José Castelo Branco Admite “excessos” na relação com Betty Grafstein: “Peço perdão…”

Na entrevista que vai para o ar no dia 18 no programa Doa a Quem Doer, da CMTV, José Castelo Branco fala pela primeira vez sobre o processo de violência doméstica movido por Betty Grafstein, reconhece que a relação foi marcada por excessos, mas nega qualquer agressão voluntária.

José Castelo Branco Admite “excessos” na relação com Betty Grafstein:

José Castelo Branco concedeu a Tânia Laranjo no programa Doa a Quem Doer, da CMTV uma entrevista marcada por fortes declarações do socialite sobre o processo de violência doméstica instaurado pela ainda mulher, Betty Grafstein.

Durante a entrevista, José Castelo Branco admite que a relação de décadas pode ter sido marcada por comportamentos excessivos, assumindo, no entanto, que nunca teve a intenção de magoar a norte-americana. O socialite continua a negar qualquer agressão voluntária e mostra-se confiante num desfecho favorável do processo judicial.

Foi a própria Tânia Laranjo quem levantou o véu sobre o conteúdo da entrevista, em declarações a um bloco informativo da CMTV, explicando o enquadramento feito por Castelo Branco sobre a relação: “Ele reconhece que pode ter havido excessos. Relação que, segundo ele, era pautada por excessos. Ele diz mesmo que eram almas gémeas e que ambos tinham uma personagem e que viveram sempre neste personagem. Tendo havido excessos devido à idade da mulher, pede, naturalmente, desculpas a Betty, embora negue qualquer ato de agressão voluntário e, por isso mesmo, acredita que será absolvido”

“À parte da acusação, estes excessos são claramente, no entender do Ministério Público, crimes de violência doméstica, por exemplo forçar a maquilhagem, forçar o calçar alguém que já tinha feridas nos pés. Mas o que diz Castelo Branco é que tudo isto fazia parte da mise-en-scène”, explicou a jornalista.

“Estive com ele, por exemplo, nestes últimos dias, numa tribo [no Quénia] com animais e ele estava com uns sapatos altíssimos que lhe faziam feridas nos pés. Isto não foi, de facto, intencional, faz parte da personagem, do trabalho dele. Ele assume que este boneco exige este esforço. O que ele vai garantindo é que sempre entendeu, durante os 30 anos de casamento, isto e que Betty também tinha esta lógica de boneco que, para ele, não era agressão”, rematou Tânia Laranjo.

Na própria entrevista, José Castelo Branco deixa ainda um pedido público de desculpas à mulher: “Peço perdão à Betty se alguma vez lhe fiz mal. Nós sempre vivemos de excessos, éramos almas gémeas, mas a idade dela pode tê-la fragilizado. Nunca achei que havia algo contra a sua vontade, mas se houve, só espero que me perdoe”

O socialite revelou também que pretende voltar a ver Betty Grafstein, mas apenas após o desfecho judicial do processo, garantindo que quer evitar qualquer tipo de pressão emocional: “Quando acabar o processo, vou visitar a Betty. Ainda não o fiz para que ela não se sinta pressionada, mas fá-lo-ei quando houver uma sentença”

Texto: Tiago Miguel Simões; Fotos: Impala 

Adicione a Impala como fonte preferida google share