Princesa Mako deixa realeza para casar-se com namorado de origem humilde
Sobrinha do imperador do Japão abre mão do título imperial por amor. Princesa Mako casa-se com namorado de origem humilde e refugia-se em Nova Iorque.
A princesa Mako, sobrinha do imperador Naruhito, abdicou oficialmente do título imperial para casar-se com Kei Komuro, advogado de origem humilde. Pela legislação japonesa, mulheres da família imperial perdem automaticamente o estatuto de princesa ao casarem-se com alguém fora da nobreza, tornando a decisão definitiva e sem possibilidade de regresso à realeza.
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O casal conheceu-se na universidade e manteve o relacionamento ao longo de vários anos, enfrentando forte pressão da opinião pública e sucessivos adiamentos do casamento. Parte das críticas envolvia questões financeiras relacionadas com a família de Komuro, o que gerou intenso desgaste emocional a Mako. A situação de tal forma que a Agência da Casa Imperial reconheceu oficialmente que ela desenvolveu um quadro de de stresse pós-traumático. Apesar de tudo, Mako manteve a decisão, afirmando que o casamento representava uma escolha baseada no amor e na autonomia pessoal.
Princesa Mako abdicou, perdeu direitos e trabalhou sem receber
Depois de deixar a família imperial, Mako passou a levar uma vida completamente diferente da que tinha no Japão. Sem o título, também abdicou do apoio financeiro garantido pelo Estado e chegou a trabalhar sem receber ordenado, dedicando-se a atividades culturais e sociais de forma discreta, longe dos privilégios e da visibilidade da realeza.
Após o casamento, Mako e Kei mudaram para Nova Iorque, nos Estados Unidos, onde reconstruiram a vida longe dos holofotes da monarquia japonesa. Em 2025, o casal celebrou um novo capítulo pessoal com o nascimento do primeiro filho, consolidando a nova fase da família fora do Japão. Kei Komuro concluiu os estudos de Direito nos Estados Unidos e, após algumas tentativas, foi aprovado no exame da Ordem dos Advogados do Estado de Nova Iorque. Desde então, atua como advogado no país, o que ajudou a garantir estabilidade financeira e estrutural para a vida do casal no estrangeiro.