Maycon Especialista revela novos detalhes da morte do DJ: “Houve algum gatilho que disparou…”

Carlos Anjos, antigo inspetor da Polícia Judiciária, acredita que Maycon morreu por ato voluntário.

Maycon Especialista revela novos detalhes da morte do DJ:

O corpo de Maycon Douglas foi encontrado esta quarta-feira, 7 de janeiro, na praia do Sul da Nazaré, após o ex-concorrente da Casa dos Segredos estar desaparecido desde dia 31 de dezembro.

Segundo Tânia Laranjo, jornalista da CMTV, o cenário é de crime. “A determinado momento a PSP chama a Polícia Judiciária porque suspeita que não é um desaparecimento voluntário. Portanto, tem que haver suspeitas de intervenção de terceiros, ainda que depois se venha a apurar, até se pode vir a apurar que não houve intervenção de terceiros, mas nesta primeira fase, estamos em cima de uma investigação de homicídio”, disse.

No entanto, Carlos Anjos, antigo inspetor da Polícia Judiciária, tem uma perspectiva diferente. “Uma espécie de crónica de uma morte anunciada”, começou por descrever o caso no Noite das Estrelas. Na sua visão, o ato foi voluntário. De forma a cair dentro de água, a viatura teria que ultrapassar duas barreiras físicas, que só seria possível com o condutor a conduzir em alta velocidade.

Leia mais: Maycon – A tocante (e arrepiante) carta de despedida da namorada: “Dava tudo para te ter de volta”

“Irreconhecível a olho nu…”

“Era muito difícil, por exemplo, Maycon ter sido morto fora daquele local (…) e ter sido arranjado um estratagema qualquer, uma tábua (…) que acelerasse o carro (…) A indicação que dava desde o início é que quem tinha feito aquilo, tinha-o feito de livre vontade“, explicou.

Carlos Anjos também comentou sobre o estado em que o corpo foi encontrado. “O cadáver esteve 6 dias a bater contra aquelas rochas (…) o que o tornou irreconhecível a olho nu. Apenas foi possível reconhecê-lo pelas tatuagens, pela roupa que vestia e pelo cabelo”, afirmou.

“Aparentemente, do estado do cadáver, tudo aponta para que a morte tenha sido por afogamento (…) Houve algum gatilho que disparou e que fez vir ao de cima aquela vontade (…) É possível que isso seja feito uma autópsia psicológica, no sentido de perceber qual é que foi o caminho que o levou este jovem nos últimos tempos”, ressaltou ainda.

Texto: Luís Sigorro; Fotos: Impala/Redes sociais

Adicione a Impala como fonte preferida google share