Cristina Ferreira Revela os 3 momentos mais felizes que teve na TVI [Exclusivo]
O maior rosto da TVI revelou os três momentos mais marcantes do seu percurso na estação de Queluz de Baixo.
A TVI está de parabéns! A estação privada celebrou 33 anos na última sexta-feira, 20 de fevereiro. Para comemorar esta importante data, a NOVA GENTE falou com o maior rosto da estação: Cristina Ferreira que apontou os três momentos que definem a sua passagem pela TVI.
Para a apresentadora, o Você na TV! assinalou ainda a sua estreia no pequeno ecrã de forma contínua e é esse o primeiro dos três momentos mais felizes que identifica na TVI. “Porque a minha vida faz-se a partir daí. Aquilo que as pessoas conhecem de mim na televisão é fruto daqueles anos passados no programa. É aí que descobrem a Cristina da Malveira, que essa nunca saiu”, diz-nos, referindo-se à vila onde nasceu e onde ainda vive, e ao facto de ter sido ali que construiu a sua imagem pública e onde consolidou a sua ligação direta com o público.
“Até hoje faz parte da minha alegria televisiva”
O segundo momento que aponta é Dança com as Estrelas, cuja primeira edição chegou ao canal em janeiro de 2013. O formato, adaptação portuguesa do original britânico Dancing with the Stars, juntava figuras públicas e bailarinos profissionais numa competição avaliada por júri e público. Ao longo das várias temporadas, tornou-se um dos principais formatos de entretenimento de horário nobre do canal.
Cristina apresentou-o e sublinha o ambiente vivido em estúdio e o impacto emocional do mesmo enquanto experiência televisiva. “Até hoje faz parte da minha alegria televisiva. Não há ninguém que não passe por esse programa e que não diga que se vive ali um entusiasmo que é muito diferente de outros espaços”, conta.
Por último, salienta o seu regresso a Queluz de Baixo, em 2020, depois de em 2018 ter saído da TVI para ir para a SIC, altura em que assumiu também funções como Diretora de Entretenimento e Ficção, além de se tornar acionista do grupo Media Capital. “Ir a outra casa e regressar, porque me sentia aqui bem e plena e sentia que este era o meu lugar, acho que é profundamente marcante”, justifica.
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Texto: ANA FILIPE SILVEIRA E PATRÍCIA CORREIA BRANCO; Fotos: Impala