Destino Maior: Matilde foge de casa para ajudar Lúcia

Contra tudo e contra todos, a filha de Eduardo faz tudo para repor a verdade

Destino Maior: Matilde foge de casa para ajudar Lúcia

Lúcia para a mota e, com enorme ternura, ajuda Matilde a descer e acalma-a até ela recuperar o ar. Matilde abraça-a com força, e Lúcia, comovida, promete-lhe que está a salvo. Depois, Lúcia pede a Matilde que escreva a morada e decide levá-la à Herdade Vale Rubro. Quando estão prestes a partir, surge o carro de Eduardo, que trava de forma brusca à frente delas. Fora de si, Eduardo tira Matilde do colo de Lúcia e, ao ver passar um carro da polícia, acusa-a publicamente de tentativa de rapto e exige que a prendam.

Em Vilatejo, Vera sai da loja, carregada de sacos de roupa, e não encontra Matilde. Aflita, Vera grita por ela e olha em redor sem saber para onde se virar. Eduardo confronta Lúcia e acusa-a de tentar raptar Matilde para pedir dinheiro. Lúcia defende-se e diz que estava apenas a protegê-la de um homem que a tentou assaltar. Vera chega, finge um desespero exagerado e provoca Lúcia, que a acusa de ter deixado Matilde sozinha.

Mário detém Lúcia e leva-a à força para o carro da polícia, enquanto Matilde chora. Em casa dos Cruz, Celeste e David reagem à notícia, dada por Elsa, de que Lúcia se despediu do emprego. Celeste queixa-se do impacto financeiro e ataca Lúcia. Elsa explica que a irmã se despediu porque o patrão a voltou a humilhar. A conversa é interrompida por uma chamada de Lúcia a dizer que está detida porque ajudou uma menina que estava a ser assaltada.

Destino Maior: Matilde foge de casa para ajudar Lúcia

Na esquadra vemos Lúcia, sob o olhar impaciente de Mário, a tentar tranquilizar a irmã sem deixar transparecer o seu desespero. Lúcia pede que arranjem um advogado barato. Já à noite, na sala do palacete, Matilde insiste, por escrito, em ir à polícia defender Lúcia mas Eduardo recusa levá-la. Vera tenta encaminhar Matilde para o quarto. Quando Matilde sai, Eduardo culpa Vera por ter negligenciado Matilde. Teresa, que assiste à cena, provoca Vera e insinua que Eduardo vai perceber a sua verdadeira natureza, mais cedo ou mais tarde. Na esquadra, já de noite, Alberto visita Lúcia, que lhe explica que apenas defendeu Matilde de um assaltante. Alberto acredita nela mas avisa que precisam de provas, embora prometa que vai resolver a situação. Ficamos na angústia de Lúcia.

Na pizzaria, Elsa serve pizzas a Diogo e Tiago. Diogo arma confusão e diz a Elsa que trocou os pedidos e a pizza dele tem camarão, alimento que ele não pode comer por ser alérgico. Para o compensar, Elsa entra no jogo de Diogo, que lhe pede o número de telemóvel, e acaba por enganá-lo e dar-lhe o contacto da pizzaria. Diogo faz uma aposta com Tiago e garante que vai conquistar Elsa no prazo de um mês. Na manhã seguinte, Matilde finge dormir até Natália sair do seu quarto. Assim que fica sozinha, Matilde levanta-se determinada, veste-se, guarda um tablet novo na mochila e, deliberadamente, deixa para trás o relógio com GPS, antes de sair.

Eduardo acorda distante e pensativo. Vera tenta reconciliar-se, primeiro com carinho, depois com uma investida mais sedutora. Mas ele recusa-a e diz que tem um compromisso de trabalho. Frustrada e magoada com a rejeição, Vera descarrega toda a sua raiva contra uma almofada. Isto em silêncio absoluto para não ser ouvida. Na oficina dos barcos, Elsa liga a um advogado e consegue assegurar a defesa de Lúcia. Depois, Elsa vai buscar o dinheiro que está escondido numa lata. Retira 300 euros e volta a escondê-la. Sem se aperceber de que está a ser observada por alguém.

Lúcia recebe a visita de Alberto

De volta à esquadra, Lúcia recebe a visita de Alberto, que lhe conta que já tem um advogado e imagens de videovigilância para analisar, ainda sem garantia de que corroborem a sua versão. Lúcia insiste em ver as imagens, cada vez mais desesperada por sair dali. Na receção da esquadra, Matilde chega sozinha e tenta comunicar por escrito com os polícias. Ao ver Lúcia, corre para lhe dar a mão, tira o tablet das mãos de Mário e escreve uma frase que comove Lúcia e que diz que ela a salvou e não pode ficar presa.

Na sala de jantar do palacete, antes de saírem para uma reunião, Fred pergunta a Eduardo se está tudo bem com Vera. Eduardo admite que ainda está a digerir o sucedido com Matilde e culpa Vera pela falta de atenção. A conversa é interrompida por Natália, que entra alarmada com o relógio GPS de Matilde na mão e diz que ela desapareceu. De volta à esquadra, Lúcia e Matilde permanecem de mãos dadas. Alberto explica que precisam de contactar os pais dela para validar as declarações. Matilde recusa dar o contacto do pai, o que deixa todos intrigados. Alberto fica a saber que as imagens de videovigilância corroboram a versão de Lúcia.

No hall do palacete, Eduardo, em pânico, prepara-se para sair de carro à procura de Matilde. Fred oferece-se para conduzir, dado o nervosismo do amigo. Eduardo recebe uma chamada da esquadra a dar conta de que Matilde está bem. No ginásio de casa, Vera corre na passadeira enquanto Aida a pressiona a reconquistar a confiança de Matilde, para não pôr em causa o casamento com Eduardo. Vera mostra-se exausta e sem forças para continuar a tentar aproximar-se dela. Aida relembra-a que, caso não consiga, vai perder a casa e todo o conforto a que está habituada. Vera fica ansiosa.

Eduardo reencontra Matilde

Eduardo reencontra Matilde e abraça-a, muito aliviado. Alberto mostra-lhe as imagens de videovigilância que comprovam a versão de Lúcia: o assalto, a defesa de Matilde com o capacete e o cuidado com que a ajudou a recuperar da crise de asma. Eduardo assiste, cada vez mais constrangido e culpado, sobretudo ao ver a filha abraçada a Lúcia e pede a Alberto o contacto de Lúcia, para se desculpar.

Em casa dos Cruz, Lúcia é criticada por Celeste, que acha que ela devia pedir uma indemnização à família Ferreira do Vale. Elsa defende a irmã das farpas de Celeste. Quando percebem que a criança em causa é filha de Eduardo Ferreira do Vale, Celeste muda de atitude de forma súbita e insiste, nervosa, para que Lúcia se afaste daquela família. Elsa devolve a Lúcia o dinheiro que sobrou do advogado e as duas voltam a falar do plano de emigrar para o Canadá.

Na prisão, Vasco felicita Samuel por lhe terem marcado a audiência da condicional. Samuel mostra-se confiante e ansioso por voltar para casa e sobretudo por rever Lúcia. Junto ao cais do rio, Eduardo procura o mestre Jorge para saber mais sobre Lúcia. Jorge conta-lhe a infância difícil das duas irmãs, órfãs de mãe e pai, criadas por uma madrasta pouco íntegra. Eduardo sente-se cada vez mais culpado ao perceber o quanto Lúcia arriscou para ajudar Matilde. Jorge garante-lhe que confia inteiramente em Lúcia. De volta a casa dos Cruz, Eduardo aparece à procura de Lúcia, disposto a compensá-la pelo sucedido. Elsa, desconfiada mas pragmática, recusa dinheiro e pede-lhe, em vez disso, um emprego para a irmã. Eduardo entrega-lhe o cartão e convida Lúcia a procurá-lo, seja na fábrica ou em casa.

Elsa chega à oficina esgotada

Na oficina dos barcos, Lúcia descobre que a lata das poupanças está vazia e entra em pânico, revira gavetas e armários à procura do dinheiro desaparecido, sem conseguir justificar o que se passou. Entretanto, na associação, Celeste, sozinha e satisfeita, passa o tempo a raspar uma pilha de raspadinhas e vai ganhando pequenos prémios. Elsa chega à oficina esgotada e com dificuldade em respirar e conta a Lúcia que Eduardo foi lá a casa oferecer-lhe trabalho.

Lúcia mostra-se admirada, mas a preocupação com o dinheiro desaparecido sobrepõe-se à boa notícia. As duas confirmam que a lata está vazia e suspeitam de Celeste, sem terem ainda a certeza. Depois as irmãs veem uma carta do Ministério Público a informar da audiência de Samuel, o que deixa Lúcia visivelmente angustiada. Elsa incentiva-a a aceitar a proposta dos Ferreira do Vale para conseguirem juntar dinheiro mais depressa e concretizar o plano de partir.

Texto e foto: SIC

Notícia www.maria.pt

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