Renato Seabra – Inspetor descreve os pormenores chocantes do homicídio de Carlos Castro

Novas informações revelam os detalhes mais sórdidos deste crime, assim como as últimas palavras de Carlos Castro.

Carlos Castro foi assassinado por Renato Seabra a sete de janeiro de 2011, no quarto 3416 do Hotel Intercontinental, em Nova Iorque.

O caso já tem 15 anos, contudo surgiram agora novos detalhes sobre este crime. No programa, ‘Portugal Criminal’, o inspetor Rick Tirelli revelou a confissão de Renato: “Disse que nunca tinham tido uma discussão antes deste incidente. Mas, naquele momento, algo se apoderou dele. Começou a ter dúvidas e muitas questões sobre si próprio, sobre se ainda era homossexual ou se queria continuar a sê-lo. Acabaram por discutir, ele queria ir para casa”. O inspetor contou como aconteceu a tragédia, trazendo à tona as últimas palavras de Carlos Castro. Ao que tudo indica, os dois começaram a discutir e Renato, “nesse momento, aproximou-se por trás, agarrou-o por trás, e começou a estrangulá-lo por trás. Derrubou-o com tanta força que, quando o Sr. Castro caiu no chão, disse: ‘Partiste-me o braço, partiste-me o braço’ “, confidenciou o inspetor. De seguida, Rick conta que Renato “foi buscar um saca-rolhas e começou a esfaqueá-lo com ele repetidamente. Em seguida, usou o saca-rolhas para lhe cortar os testículos. Depois, calçou um par de ténis Nike e começou a pisá-lo. Pisou-o repetidamente. A seguir, pegou no monitor de um computador e bateu-lhe com ele na cabeça. Depois, cortou os próprios pulsos, mas, ao que parece, não suficientemente fundo. Em seguida, tomou um duche, vestiu-se, pôs um fato preto, uma gravata roxa, pegou no seu casaco cinzento e saiu do hotel”.

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Ao terminar a declaração, o inspetor menciona ainda: “Ele disse que tudo aquilo durou cerca de uma hora, uma hora e meia, em que o espancou e o torturou. Ele sentia que já não queria ser homossexual e que tinha demónios dentro de si, e que a única forma de se livrar desses demónios era fazer aquilo ao Sr. Castro. Foi algo horrível, o local do crime era terrível”.

Texto: Redação VIP; Fotos: Arquivo Impala;

Notícia www.vip.pt

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