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Margarida Pinto Correia “Quando eu morrer, por favor, riam”
É em cima de um palco que se sente mais completa, embora acredite que não é boa atriz. Diretora Adjunta de Relações Institucionais e Stakeholders do grupo EDP, fala das suas ambições profissionais, da família e de como, com a morte da irmã Clara, reaprendeu a lidar com o luto e com a perda.