Safári na Tanzânia – Como juntar Zanzibar a um safári na Tanzânia? Catarina Duarte explica.

A ilha pode funcionar como ponto de partida para quem quer descobrir um safári pela primeira vez sem desenhar férias inteiramente dedicadas às reservas da Tanzânia

Zanzibar não tem de ser apenas uma viagem de praia. Para Catarina Duarte, a ilha pode funcionar como ponto de partida para quem quer descobrir um safári pela primeira vez sem desenhar férias inteiramente dedicadas às reservas da Tanzânia.

No podcast Põe-te a Milhas, apresentado por Luís Correia, a convidada explica que uma ou duas noites no continente podem bastar para perceber se esta é a experiência que se procura, antes de regressar aos dias de praia na ilha.

Uma viagem de praia com uma paragem numa reserva

Questionada sobre Zanzibar, Catarina Duarte responde sem hesitar: “Recomendo”. Mas o conselho vem com uma ideia concreta para tornar a viagem diferente: combinar a ilha com uma passagem breve por uma reserva no continente.

A proposta é pensada para as pessoas que “não querem também fazer uma viagem tão grande” ou que querem “fazer uma coisa só uma introdução a um safári”. Antes da praia, Catarina Duarte sugere uma primeira noite em Stone Town e, depois, a partida para uma reserva da Tanzânia.

“Safári é muito caro”

Há, contudo, um ponto que a convidada do Põe-te a Milhas faz questão de sublinhar: “Safári é muito caro.”

As taxas de entrada nas reservas, os transferes, o alojamento e a deslocação até ao local de safári explicam por que razão não é uma experiência barata. É precisamente por isso que Catarina Duarte aponta para uma estadia breve, em vez de vários dias seguidos numa grande reserva.

Uma ou duas noites para perceber a experiência

“Fazem um mini safári pequeninho tipo de uma ou duas noites ali ao lado”, explica. A ligação entre Zanzibar e a reserva pode ser feita num pequeno avião e permite encaixar a experiência no mesmo itinerário.

Nas palavras de Catarina Duarte, “vão numa avionetazinha, fazem esse mini safári, já conseguem ter uma noção, percebes?” — sem fazer da viagem inteira um safári.

Uma alternativa, não uma viagem barata

O programa curto não muda a natureza dos custos de um safári, mas pode reduzir o investimento face a uma estadia prolongada. “E os preços são muito mais apetecíveis do que se forem para uma grande reserva”, afirma.

Catarina Duarte resume esta opção como “um batismo de safári”: uma maneira de alternar os dias de praia em Zanzibar com uma primeira experiência de vida selvagem na Tanzânia.

A conversa no Põe-te a Milhas

Zanzibar, safáris, a Costa Rica, Sumba e os hotéis que parecem perfeitos nas redes sociais são alguns dos temas da conversa entre Luís Correia e Catarina Duarte no Põe-te a Milhas, disponível no Spotify.

Texto: Luís Correia (luis.correia@impala.pt); 

Notícia www.novagente.pt

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