Maycon Douglas Revelada toda a verdade sobre a trágica noite da morte do DJ
O repórter Luís Maia, da SIC, contou tudo o que aconteceu desde que Maycon sai do bar até ao momento da queda para a morte.
O funeral de Maycon Douglas aconteceu no passado domingo, dia 11 de janeiro, após a realização da autópsia ao corpo.
Embora todos os indícios apontem para a teoria de que o DJ pôs termo à vida, a verdade é que a hipótese de crime ainda não está fora da mesa.
Esta terça-feira, 13 de janeiro, na Análise Criminal, da SIC, Hêrnani Carvalho convidou Luís Maia para revelar todos os acontecimentos da madrugada em que Maycon desapareceu na Nazaré.
“O que se sabe é isto: às cinco da manhã é o início do fim. No dia 31 de dezembro, de madrugada, o Maycon tinha saído com a namorada e com amigos, estavam num bar na Nazaré perto da praia”, começou a contar.
O repórter referiu que quando saem do bar, o DJ tem uma discussão com a namorada. “Ao fim de uma noite de diversão, com algum álcool a mais, os ânimos descontrolam-se ali um pouco”, explicou, mas sublinhou que foi “por motivos fúteis”.
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O dono do bar chega a intervir, mas como percebe que é apenas um “arrufo de namorados”, acaba por regressar ao posto de trabalho.
“A namorada não gostou daquilo que ouviu e encaminha-se para casa de Maycon, porque era lá que tinha as coisas dela, porque ia lá dormir”, continuou o relato.
O casal voltou a discutir à porta de casa do ex-concorrente da Casa dos Segredos e a mãe do mesmo tenta inclusive acalmá-los, mas sem sucesso.
“A namorada zanga-se definitivamente, pega no carro dela e vai à vida dela”, expõe Hêrnani, ao que Luís Maia completou dizendo que “Maycon pega também no carro dele e vai embora”.
“Às 5h28, ele chega ao farol”, contou o repórter da estação de Paço de Arcos, relembrando que uma câmara de vigilância captou as luzes da viatura de Maycon a chegar ao local.
Já na falésia, Maycon tentou ligar à namorada, mas como “estavam zangados, ela não quis atender e depois acabou por bloquear o número dele”.
“Liga também para uma amiga dela e para a mãe. A mãe atende o telefone e ele despede-se”, revelou Luís Maia, que conclui a sequência dos atos referindo que “a utilização do telemóvel foi até às 5h40”, hora que terá tomado a decisão de se “atirar do precipício”.
Texto: Carolina Charrua; Fotos: Redes sociais e Impala