“Livros à rua” junta uma dezena de livrarias no centro histórico de Évora
Uma dezena de livrarias vai marcar presença na primeira edição da iniciativa “Livros à rua”, que se realiza, entre sábado e 01 de maio, no centro histórico de Évora, cujo programa inclui música, teatro, contos e marionetas.
Évora, 20 abr (Lusa) – Uma dezena de livrarias vai marcar presença na primeira edição da iniciativa “Livros à rua”, que se realiza, entre sábado e 01 de maio, no centro histórico de Évora, cujo programa inclui música, teatro, contos e marionetas.
O evento integra “um conjunto de iniciativas em torno do livro e da leitura”, mas “será mais do que uma mera feira do livro”, afirmou hoje à agência Lusa o vereador da Cultura da Câmara de Évora, Eduardo Luciano.
Promovido pelo município em parceria com a Biblioteca Pública de Évora (BPE) e a associação É Neste País e o apoio da Entidade Regional de Turismo do Alentejo e Ribatejo, o certame é financiado por fundos comunitários, através do programa Alentejo 2020.
O vereador adiantou que vai estar presente uma dezena livrarias, além de expositores institucionais das entidades organizadoras.
A Feira do Livro de Évora realizou-se, nos últimos três anos, integrada na Feira de S. João, que decorre no mês de junho, por falta de verbas.
Anteriormente, o certame, que “ocupava” a Praça do Giraldo, “sala de visitas” da cidade, funcionava “como o repositório de livros de fundo de catálogo das livrarias”, disse o autarca.
“Este ano, é possível concretizar esta festa do livro e da leitura” graças a “candidaturas que foram aprovadas no âmbito do Alentejo 2020”, adiantou, salientando que o evento vai ter um conceito diferente das últimas edições da Feira do Livro.
Eduardo Luciano destacou, desde logo, o local onde o certame vai decorrer como uma das principais novidades, indicando que o espaço escolhido foi o Largo do Marquês de Marialva, junto à Sé Catedral, no centro histórico da cidade.
Além da habitual venda de livros, o evento inclui apresentação de obras, exposições, poesia, contos, espetáculos de música e teatro, dança, jogos de tabuleiro, “workshops” e atelier de ilustração, entre outras iniciativas.
Um dos pontos altos é o concerto para crianças do projeto “Mão Verde”, composto pela rapper Capicua e pelo guitarrista Pedro Geraldes, e com António Serginho, na percussão, e Francisca Cortesão, no baixo, que está previsto para o dia 29 deste mês, às 21:00.
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By Impala News / Lusa