José Condessa Ajuda e joga no clube de futsal de Nisa, a terra dos avós: “É um jogador como os outros”
Tem contrato, faz 400 quilómetros por semana para treinar e jogar e, quando é preciso, também ajuda o clube fora de campo. A NOVA GENTE falou em exclusivo com o presidente do Nisa, do distrito de Portalegre, que nos revela o papel real do ator na equipa.
José Condessa não é apenas ator. É também jogador de futsal com contrato assinado com o clube de Nisa, na zona de Portalegre, onde joga há várias épocas e tem um papel
ativo dentro e fora de campo. Ao longo dos últimos anos tem estado presente em diferentes frentes: dentro de campo, como jogador, e fora dele, como alguém disponível para ajudar quando é preciso. No videocast Watch.TM, de Pedro Teixeira da Mota, Condessa explicou como tudo começou: “Não nasci lá e o meu pai também não, ou seja, é a terra dos meus avós. Nós íamos sempre muito lá em tudo o que era férias, família, verão. E comecei a pensar em ir lá aos fins de semana”. A ideia de voltar ao clube surgiu de forma espontânea, entre amigos. “Vamos fazer renascer o clube de futsal da terra. Mano, ‘bora. Ah, mas vais ter de vir cá fazer 400 quilómetros por semana.’ Mano, ‘bora”, recordou. Um desafio que aceitou sem hesitar e que viria a marcar o início do projeto atual, há cerca de três anos.
“É bom jogador”
A NOVA GENTE falou em exclusivo com Carlos Felício, presidente do clube, que confirma essa evolução e o papel do ator no processo. “Ele é jogador do clube. E não joga no Nisa por ser ator ou por ter ajudado, joga porque é nosso amigo e porque é bom jogador, e nós gostamos muito de estar com ele”, começa por explicar.
A história remonta a um período difícil para o clube, marcado pelas consequências da pandemia. “Nós, há três anos, fizemos uma nova direção – por causa da Covid, o clube ficou com alguns problemas e foi-se muito abaixo. E foi desde essa altura que o José nos deu mais apoio”, conta, realçando que esse contributo foi essencial numa fase de reestruturação. “Ajudou-nos muito no início, quando estávamos a reerguer o clube. Claro que deu algum apoio financeiro, mas ajudou-nos muito mais a nível de materiais, comprou coisas do bolso dele e ofereceu ao clube, por exemplo”, explica. E sublinha o caráter coletivo do projeto: “Ele está sempre pronto a ajudar, mas salvar o clube foi um trabalho de equipa, não só do José”.
Leia a matéria completa na NOVA GENTE desta semana. Já nas bancas!

Texto: Inês Neves; Fotos: Arquivo Impala & Redes sociais