Gustavo Santos “Não existe evidência científica fidedigna que comprove que as vacinas são seguras e eficazes”
“Era imprescindível que alguém dissesse aos portugueses que a pandemia era uma farsa, uma fraude”, diz Gustavo Santos.
Em entrevista exclusiva à NOVA GENTE, Gustavo Santos falou, inicialmente, sobre a sua picardia com Nuno Markl. Porém, a conversa não ficou por aqui e o autor e antigo ator também se pronunciou sobre um assunto bastante polémico: a vacinação.
Assume-se como anti-vacinas e fala quase diariamente sobre isso. Porque é que tenta influenciar a opinião pública sobre este tema, mesmo havendo evidências científicas que mostram o contrário daquilo que defende?
Nunca me assumi como um anti-vacinas, até porque não o sou. Sou, sim, e nessa temática em particular, a favor do consentimento informado. Ou seja, antes de as pessoas fazerem uma escolha irreversível que as pode prejudicar (ou aos seus filhos) severamente, devem ser informadas pelos profissionais de saúde acerca de tudo o que envolve uma vacina. Tal não acontece, porque os próprios profissionais de saúde não sabem.
Não aprenderam na faculdade de Medicina e não querem saber, por exemplo, das linhagens celulares feitas a partir de tecido pulmonar de fetos abortados ou que têm origem em rins de macacos, ovários de ratos, etc… Assim como não sabem nem querem saber dos malefícios de adjuvantes como alumínio, polissorbato 80, formol, espermicidas e conservantes com mercúrio. É grave. E como esta ignorância mexe comigo, porque mexe com milhões de vidas, decidi dar voz ao tema. Sem medo. Portanto, eu não tento influenciar. Eu informo.
E não, não existe evidência científica fidedigna que comprove que as vacinas são seguras e eficazes, pois não existe um único estudo publicado que tenha sido feito a médio/longo prazo com dois grupos semelhantes (um de gente totalmente vacinada e outro com pessoas sem vacinas) que garanta a sua eficácia ou segurança. O que existe é uma suposição científica, pois os estudos realizados têm apenas semanas e uma doença autoimune, por exemplo, pode levar anos a desenvolver-se. Ou seja, não é possível concluir que pessoas vacinadas sejam mais saudáveis ou vivam mais tempo. O que é factual é o aumento exponencial de casos de autismo e doenças crónicas desde que se alargou o calendário de vacinação de cerca de dez vacinas para mais de setenta.
Criou um movimento para “Acordar” Portugal. Qual o objetivo?
Despertar as pessoas para as suas verdades pessoais e para as mentiras, esquemas e interesses obscuros que as rodeiam e limitam desde que nascem, lembrando-as que o amor-próprio é a chave para tudo. Para a liberdade, para a dignidade, para a independência, para a felicidade e por aí adiante.
Nos últimos anos, mostra uma imagem disruptiva, completamente diferente daquela que transmitia no Querido Mudei a Casa. O que é que motivou essa mudança?
Só quem não me conhece acha isso. Sou assim desde que me conheço. Todas as pessoas que vivem em verdade e sem medo são disruptivas porque, naturalmente, quebram, rompem e perturbam o politicamente correto e o sistema estabelecido. Nesse programa, não havia espaço para isso. Competia-me ser divertido e acolher os candidatos com muito carinho. Em mim, moram muitos Gustavos.
Texto: Vânia Nunes; Fotos: Tito Calado