Segundo o jornal The Sun, tudo começou quando uma funcionária do Palácio fez uma queixa, sobre os vários comentários inconiventes feitos pelos agentes em questão, entre agosto de 2023 e setembro de 2024. A funcionário mencionou ainda que um dos polícias afirmou que o Palácio de Kensington estava “Cheia de pequenos Hitlers”. Após estas alegações os profissionais tiveram restrições nas funções de trabalho, enquanto a investigação decorria. O jornal afirma que depois do caso ser fechado, os agentes voltaram às funções habituais, um porta-voz da polícia informou: “O comportamento relatado fica aquém dos elevados padrões esperados dos agentes, particularmente daqueles em funções de proteção na linha da frente. Como resultado da nossa investigação interna sobre este assunto, os agentes participaram numa reflexão prática para analisar as suas ações e identificar lições para o futuro”.
O porta-voz acrescentou ainda: “Continua a ser uma prioridade para a Polícia Metropolitana garantir que todos os agentes e funcionários mantenham os mais elevados padrões de profissionalismo, para que possamos continuar a construir a confiança daqueles a quem servimos”. No entanto, a Casa Real não concordou com a decisão tomada pela Polícia Metropolitana e decidiu agir: “Foi decidido que os agentes não eram novamente bem-vindos”, afirmou uma fonte, citada pelo jornal The Sun. Alegadamente Kate Middleton e o príncipe William, atuais residentes do Palácio Kensington, não estiveram envolvidos nesta decisão, mas foram informados.