Estação fluvial de Porto Brandão encerrada
A Estação fluvial de Porto Brandão, no concelho de Almada, estava às 09:00 de hoje encerrada, na sequência da interdição dos acessos rodoviários devido ao mau tempo, informou a Transtejo.
A Transtejo é responsável pelas ligações do Seixal, Montijo, Cacilhas e Trafaria/Porto Brandão, no distrito de Setúbal, a Lisboa. “O serviço de transporte de passageiros encontra-se temporariamente limitado a Trafaria-Belém, sendo realizado de acordo com os horários em vigor”, refere a empresa no seu ‘site’. A Transtejo informa ainda que de momento, não é possível prever a retoma do serviço na Estação Fluvial de Porto Brandão.
Para ler depois
Apocalipse Nuclear: O pesadelo que começa quando as bombas param de cair
A proteção civil registou entre as 00:00 de terça-feira e as 06:00 de hoje 1.576 ocorrências, entre inundações, quedas de árvores e deslizamentos, na Área Metropolitana do Porto, Coimbra e Aveiro, sem causar vitimas. “Registámos 1.576 ocorrências, 322 das quais na Área Metropolitana do Porto, 342 na Região de Coimbra e 196 na Região de Aveiro”, disse o comandante Pedro Araújo, da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC).
Para ler depois
Portugal de luto: O rastro de morte e destruição deixado pela depressão Kristin
O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) alertou na terça-feira que são esperados hoje chuva e vento por vezes fortes devido à depressão Nils, que não irá afetar diretamente Portugal continental. Em aviso laranja, entre as 06:00 e 18:00 de hoje, estão Viseu, Porto, Vila Real, Santarém, Viana do Castelo, Leiria, Aveiro, Coimbra e Braga. Bragança, Guarda, Castelo Branco, Portalegre, Setúbal e Lisboa estão, por sua vez, sob aviso amarelo de chuva, válido até às 18:00.
O IPMA colocou ainda Bragança, Viseu, Porto, Guarda, Vila Real, Viana do Castelo, Braga e Castelo Branco sob aviso amarelo por vento, válido entre as 12:00 e 21:00 de hoje. Portugal continental foi atingido no dia 28 de janeiro pela depressão Kristin, a que se seguiu a Leonardo e a Marta, que causaram 15 mortos e centenas de feridos e desalojados.