Catarina Furtado Vídeo considerado um ato ilegal. Caso segue para o Ministério Público

A Comissão Nacional de Eleições considerou o vídeo de Catarina Furtado propaganda eleitoral e remeteu o caso para o Ministério Público.

Catarina Furtado Vídeo considerado um ato ilegal. Caso segue para o Ministério Público

No dia da segunda volta das Eleições Presidenciais, Catarina Furtado publicou um vídeo que gerou muita indignação, e até mesmo queixas nas autoridades, devido ao seu conteúdo: a apresentadora estaria a apelar ao voto em António José Seguro.

Segundo a Comissão Nacional de Eleições (CNE), “quando o apelo ao voto possa ser interpretado como apelo a uma das candidaturas, neste caso havia duas, isso pode configurar campanha no próprio dia, e isso sim é ilegal”, sendo que pode ser mesmo “punido com pena de prisão”.

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Após a polémica, a comunicadora eliminou o vídeo, mas este seguiu para análise por parte dos serviços jurídicos.

De acordo com a SIC Notícias, a CNE considerou que a publicação pode ser propaganda eleitoral e vai remeter o caso para o Ministério Público. No final das contas, foram apresentadas 75 queixas, uma delas da candidatura de André Ventura.

 

Texto: Carolina Charrua; Fotos: Redes sociais e Impala

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