Carneiro diz que Seguro mostrou que eleitores preferem moderação a radicalismos

O secretário-geral do PS afirmou hoje que o resultado de António José Seguro na primeira volta das presidenciais mostrou como combater movimentos radicais e que os eleitores “confiam em quem quer construir” e “rejeitam que só quer destruir”.

Carneiro diz que Seguro mostrou que eleitores preferem moderação a radicalismos

Na intervenção de abertura da reunião desta manhã da Comissão Política Nacional do PS, que foi aberta à comunicação social, José Luís Carneiro centrou-se no primeiro lugar conseguido pelo candidato apoiado pelos socialistas na primeira volta das eleições presidenciais para enfatizar que o resultado de Seguro é uma “vitória de uma forma de estar na política que privilegia o diálogo e os consensos”.

“Uma forma de fazer política a partir das causas, defendendo as causas e não a partir dos casos que procuram minar a credibilidade das instituições. É uma forma de fazer política que é capaz de estar muito além da representação partidária”, frisou, acrescentando que Seguro mostrou também como se “combate e ganha aos movimentos mais radicais e antidemocráticos”.

O líder do PS sublinhou que o PS “estará disponível para o diálogo interinstitucional e para construir soluções de política duradoura e consensualizadas no campo democrático” em áreas como a política externa, defesa, justiça e segurança interna, para enfatizar de seguida que os “atuais resultados” mostram que os eleitores “preferem um perfil de quem sabe critica o que está mal, mas também sabe apresentar propostas para responder às necessidades das pessoas”.

“As pessoas confiam em quem quer construir. As pessoas rejeitam quem só quer destruir. É o que temos vindo a fazer, todos em conjunto”, salientou.

Carneiro apelou a todos os militantes, simpatizantes, deputados e dirigentes do PS a “entregarem-se à segunda volta com todo o empenhamento e sentido de compromisso Portugal” , argumentando que “devem fazê-lo não apenas pelo PS”, mas “sobretudo por Portugal e pela democracia”.

TS // CC

By Impala News / Lusa

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