Mosteiro de Arouca com acesso condicionado ao público até agosto

As visitas ao Mosteiro de Arouca, no distrito de Aveiro, vão estar condicionadas, até final de agosto, devido a obras de requalificação no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), anunciou o instituto público Património Cultural.

Mosteiro de Arouca com acesso condicionado ao público até agosto

Na sua página na Internet, esta entidade esclarece que durante este período, os espaços que se encontrarão encerrados ao público em virtude das intervenções de conservação e restauro em curso são a Sala do Capítulo, o Coro, o Cadeiral e a Igreja do Mosteiro.

Ainda assim, e mesmo não sendo possível realizar a visita integral, foi preparado um circuito que contempla a possibilidade de acesso a espaços como a Sala da Memória, os Parlatórios, a Entrada Nobre, os Claustros, a Cozinha e o Museu de Arte Sacra, acrescenta.

De acordo com a informação disponibilizada, o Mosteiro de Santa Maria de Arouca foi fundado no século X e era dúplice, ou seja, acolhia mulheres e homens. Em 1154 com a chegada de D. Mafalda, filha de Sancho I, torna-se exclusivamente feminino.

Classificado como Monumento Nacional desde 1910, a propriedade e tutela do edificado encontra-se hoje sob a responsabilidade do instituto público Património Cultural que em colaboração com Câmara Municipal de Arouca e a Real Irmandade da Rainha Santa Mafalda de Arouca garantem a gestão do monumento.

Fundado entre 915 e 925, o mosteiro transitou para o Estado português em 1886 quando morreu a última monja que ali residia, altura em que também se constituiu a Real Irmandade da Rainha Santa Mafalda de Arouca, que assumiu a proteção, salvaguarda, investigação e divulgação da coleção de arte, tendo em 1933 sido inaugurado o respetivo Museu de Arte Sacra.

PM // TDI

By Impala News / Lusa

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