Bombeiro ferido em segundo incêndio em menos de um mês nos armazéns da DHL em Vialonga
Segundo incêndio em menos de um mês deflagrou hoje nos armazéns logísticos da DHL em Vialonga, Vila Franca de Xira. Um bombeiro ficou ferido e o armazém foi totalmente consumido pelas chamas.
Não foi a primeira vez este mês. Na manhã de hoje, segunda-feira, 25 de maio, os armazéns logísticos da DHL em Vialonga, no concelho de Vila Franca de Xira, voltaram a arder. O alerta foi dado às 12h55 e o incêndio, com origem na cobertura do edifício, propagou-se rapidamente aos armazéns adjacentes. Um bombeiro sofreu ferimentos ligeiros por trauma e foi transportado para o Hospital de Vila Franca de Xira.
“O armazém da DHL está totalmente tomado pelas chamas”, confirmou aos jornalistas o comandante dos Bombeiros de Vialonga, Gonçalo Guiomar. Pelas 15h20, o incêndio era combatido por 130 operacionais apoiados por 50 veículos, incluindo corporações de Lisboa, Sacavém, Vialonga e Cascais, com apoio do INEM e da GNR.
Segundo incêndio no mesmo local em menos de um mês
O detalhe que está a levantar questões é este: no passado dia 1 de maio, um incêndio de grandes dimensões tinha já deflagrado nos mesmos armazéns da DHL em Vialonga, junto às portagens da A1. O alerta foi dado pelas 11h51 e o fogo entrou em fase de rescaldo por volta das 13h40.
A Polícia Judiciária deverá avaliar as circunstâncias do sinistro e não comenta a deflagração de dois incêndios no mesmo local, com menos de um mês de intervalo..
Complexo evacuado de acordo com plano de emergência
Os espaços do complexo logístico foram evacuados “de acordo com o plano de emergência interna”, confirmou o comandante Bartolomeu Castro, do Comando Sub-Regional da Grande Lisboa, citado pela Lusa. Além do armazém da DHL, o complexo integra outras empresas de logística, cujos armazéns adjacentes foram também afetados pelas chamas.
Existiam ainda condicionamentos de trânsito na estrada de acesso direto aos armazéns, para permitir a movimentação e o posicionamento dos meios de socorro, segundo a Proteção Civil. A coluna de fumo negro gerada pelo incêndio foi visível a vários quilómetros de distância e as imagens que circularam nas redes sociais causaram alarme entre os moradores da zona.