Eleições Presidenciais 2026: Portugal votou num novo Presidente da República

As eleições Presidenciais 2026, as mais concorridas de sempre com 11 candidatos oficiais, decorreu em ambiente de civismo, apesar das preocupações com a abstenção.

Eleições Presidenciais 2026: Portugal votou num novo Presidente da República

Portugal viveu hoje um dia democrático histórico, com milhões de eleitores a deslocarem-se às urnas para eleger o sucessor de Marcelo Rebelo de Sousa. As eleições presidenciais, consideradas uma das mais concorridas de sempre com 11 candidatos oficiais, decorreram em ambiente de civismo, apesar das preocupações com a abstenção.

Desde as primeiras horas da manhã, as filas foram visíveis em muitas assembleias de voto. Cidadãos de todas as idades esperaram pacientemente para exercer o direito cívico, num dia em que figuras como o antigo Presidente Ramalho Eanes e o Primeiro-Ministro Luís Montenegro sublinharam a importância do cargo para o equilíbrio social e político do país.

Eleições presidenciais: Reflexão e ato eleitoral

Os momentos decisivos que marcaram estas últimas 36 horas, de acordo com o acompanhamento feito ao minuto:

Sábado, 17 de janeiro: Dia de Reflexão

00h00: Encerramento oficial da campanha eleitoral. Candidatos e partidos entram em período de silêncio para permitir a reflexão dos eleitores.
10h00: A Direção-Geral da Administração Interna (DGAI) confirma que todo o material eleitoral já se encontra distribuído pelas freguesias.
15h00: Últimas verificações técnicas nas mesas de voto, garantindo a segurança do sistema informático para o apuramento.

Domingo, 18 de janeiro: O Dia do Voto

08h00: Abertura oficial das urnas em Portugal continental e na Madeira. As primeiras horas registam uma afluência moderada.
09h00: Abertura das urnas nos Açores (devido à diferença horária).
11h00: Vários candidatos, como Manuel João Vieira e André Pestana, exercem o seu direito de voto. Manuel João Vieira lamenta publicamente o que antevê como uma “abstenção historicamente alta”.
12h00: O Almirante Gouveia e Melo vota e deixa um apelo direto contra a abstenção, classificando o voto como a ferramenta para os portugueses assumirem o controlo do seu destino.
12h30: Divulgação dos primeiros dados oficiais de afluência: cerca de 25% dos eleitores já tinham votado, um número ligeiramente superior ao das últimas presidenciais.
13h30: O Primeiro-Ministro Luís Montenegro vota e destaca o papel do Presidente como “elemento-chave do equilíbrio” nacional.
16h00: Ramalho Eanes vota e deixa um aviso sobre as dificuldades internas e internacionais que o próximo Presidente terá de enfrentar.
19h00: Encerramento das urnas em Portugal continental e Madeira. Iniciam-se as contagens imediatas.
20h00: Encerramento das urnas nos Açores e publicação das primeiras projeções de voto pelas televisões.
21h00: Espera-se que candidatos como António José Seguro e as sedes de candidatura de Luís Marques Mendes, André Ventura e Catarina Martins comecem a reagir aos dados provisórios.

O país aguarda agora a contagem total para saber se haverá uma segunda volta ou se o próximo inquilino do Palácio de Belém será decidido ainda esta noite.

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