Saúde Glúten: como e quando introduzi-lo na alimentação do seu bebé
Saiba como e por que deve introduzir glúten na alimentação do seu bebé. Conheça este “manual” para construir as bases para a saúde futura do seu filho.
Os prós e os contras do glúten na alimentação do seu filho
A alimentação é, desde os primeiros momentos da vida, responsável pela saúde do ser humano. A introdução do glúten desde os primeiros meses de vida é mais importante do que, à partida, poderíamos suspeitar. O glúten traz bastantes benefícios à vida do bebé. São a base para uma vida futura mais saudável.
Para que consiga perceber de que forma e por que deve optar pelo glúten na alimentação do seu bebé, como não colocar a saúde do seu filho em risco.
O que é o glúten?
Composto por proteínas, como a gliadina e a glutenina – presentes em cereais como centeio, cevada e trigo -, o glúten é bastante energético, pelo que não deve ser anulado da alimentação do seu filho.
Contudo, o consumo excessivo de alimentos que tenham na sua composição esta proteína pode levar, desde a fase infantil, a aumento de peso, obesidade ou, até mesmo, a doenças cardiovasculares crónicas.
Quando deve ser introduzido na alimentação dos bebés?
Muito se especula acerca do momento certo em que o glúten deve ser introduzido na alimentação dos bebés. A resposta é simples, uma vez que os primeiros meses de vida de uma criança são fulcrais para definir o que deve ou não ser ingerido pela mesma.
Seis meses é a fase da vida dos bebés em que, após a introdução de sólidos, é recomendável a ingestão gradual do glúten na alimentação.
Se optar por introduzir o glúten antes dos seis meses de vida, poderá estar a aumentar a possibilidade de o seu bebé sofrer de distúrbios associados a esta proteína, tais como doença celíaca (doença autoimune do intestino origininada por sensibilidade permanente ao glúten), diabetes tipo 1 e alergia ao trigo.
Intolerância ao glúten: riscos para a saúde
Quais são, na verdade, os principais sintomas de intolerância ao glúten? Barriga inchada, perda de peso e diarreia são alguns dos sintomas que espelham a intolerância a esta proteína. Este “problema” pode surgir de duas formas.
Cereais com glúten – Trigo, Cevada e Centeio
Cereais sem glúten – Arroz, Milho, Trigo e Quinoa
Em pessoas com doença celíaca, por ser um estado mais avançado de intolerância, tem resultados mais graves, como dores intensas, diarreira e inflamação. O sistema imunológico é completamente afetado.
Em pessoas sem doença celíaca, as paredes do intestino delgado são as principais afetadas, resultando em dores, inchaço abdominal e diarreia.
Benefícios do glúten na alimentação
Além de ser uma excelente fonte de proteína vegetal, estruturando o nosso crescimento desde bebés, o glúten está presente em vários alimentos. Estes, por serem também ricos em carboidratos, tornam-se fontes de energia necessárias para o nosso corpo e crescimento ao longo dos anos.
Além destes fatores – fonte de proteína vegetal e carboidratos como fonte de energia -, o glúten está ainda presente em cereais integrais que regulam tanto o intestino como o apetite, pelo que, além da sensação de saciedade, auxiliam ainda no processo de digestão.