Maria Custódia Amaral A atitude do homicida logo após ter matado a agente imobiliária que surpreendeu até os vizinhos
Já se conhecem mais detalhes do homicida de Maria Custódia Amaral. Trata-se de José Pedro Branco, um eletricista vinte anos mais novo.
Já são conhecidos novos detalhes sobre o homicida de Maria Custódia Amaral. Conforme dá conta a TV Guia, a agente imobiliária foi morta por um ex-inquilino, com quem se terá envolvido sexualmente recentemente, a 19 de janeiro.
Uma semana depois do alerta de desaparecimento, José Pedro Sobreiro Branco foi surpreendido pela PJ e acabaria por confirmar que foi o responsável pela morte da filha de Delfina Cruz. Às autoridades, garante ter-se tratado de um acidente.
A atitude do homicida após matar Maria Amaral
Ao contrário do que até agora se sabia, o namoro do homem de 34 anos, menos vinte do que Maria Amaral, tinha terminado algures entre o fim do ano e os primeiros dias de janeiro. Conforme dá conta a mesma publicação, o eletricista das Caldas da Rainha ter-se-á envolvido com a agente imobiliária meses antes do homicídio, quando estava nesta relação que findou recentemente.
Em retrospetiva, um vizinho do homem explicou que achou estranho o comportamento José Pedro. “Ele não foi trabalhar desde o dia em que a rapariga foi dada como desaparecida. Meteu o carro para dentro do quintal e nunca mais saiu para ir trabalhar“, sublinhou.
Texto: Tomás Cascão; Fotos: Redes sociais