Luciana Abreu Filha Lyonce num colégio interno causa desconfiança: “Tem que haver um motivo muito forte…”
Marta Argão Pinto analisa caso da jovem de 15 anos, que está a estudar no Porto.
Luciana Abreu está longe da filha mais velha, Lyonce, de 15 anos. Segundo a revista TV Guia, a jovem está a estudar num colégio interno – uma escola internacional situada no Porto.
A cantora explicou à publicação que a filha “sempre foi muito independente” e que esta instituição “serve para ela se encontrar”. “Normalmente, ela vem todos os meses numa visita, ou nós vamos lá, mas estamos cheias de saudades de a ter cá em casa. Tanto que riscamos todos os dias o calendário”, disse ainda.
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“Tem que haver um motivo muito forte…”
No V+Fama desta quarta-feira, 19 de março, a comentadora Marta Aragão Pinto analisou o caso e ponderou se poderão existir mais detalhes que a eterna Floribella não revelou aos meios de comunicação.
“Em Lisboa, há escolas internacionais, há colégios internos, há uma grande variedade de soluções para esse tipo de opção de uma mãe ou de um pai. Eu acho que este tema é um tema que tem de ser falado com algumas pinças. Porque, na minha opinião, para uma mãe ou um pai tomar a decisão de colocar um filho num colégio interno, principalmente a quilómetros de distância, tem que haver um motivo muito forte. Nós não sabemos, efetivamente, qual é o motivo da Luciana. Portanto, nas declarações que ela dá, dá as justificações que é uma escola internacional, ou é um colégio internacional, [que está mais focada na área] da psicologia e das artes. São estas as justificações, entre aspas, que a Luciana dá para a escolha deste colégio. E eu acho que a maneira como ela fala, fala com uma grande leveza, de ‘Não, mas nós depois estamos com ela nas férias’. E eu, enquanto mãe, vou-te dizer que me custa muito perceber que, por algum motivo, a Luciana decidiu pôr a filha num colégio interno. (…) Muitas vezes, os colégios internos estão associados aos meninos que se portam mal, aos meninos e às meninas que se portam mal. Portanto, portam-se mal, ou os pais não estão a ter mão neles, ou precisam de outro tipo de educação mais rígida e não sei se será assim atualmente, penso que há colégios internos para todos os gostos. (…) Há este preconceito, se o posso chamar assim, de quem vai para um colégio interno é porque tem algum problema, não é? Tem algum problema com a família, tem algum problema com de educação, tem algum problema de comportamento, não sabemos. Por isso é que eu digo que as justificações da Luciana dá, para mim, são muito leves ou muito curtas para uma decisão destas“, apontou.
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“Uma coisa combinada com a filha…”
Adriano Silva Martins garantiu que Lyonce não se encontra “fechada” na escola, podendo sair e regressar a casa “pelo menos, uma vez por mês”. Além disso, é optativo para os estudantes visitarem as famílias aos fins de semana.
“Esta decisão de certeza que para a Luciana, enquanto mãe, não foi uma decisáo fácil. Deve estar a sofrer por ter a filha longe. Relativamente à filha, não posso dar grande opinião, porque nós não sabemos se foi uma coisa combinada com a filha, que pode acontecer, ou se foi uma decisão unilateral da Luciana“, concluiu Marta Aragão Pinto.
Texto: Luís Sigorro; Fotos: Impala/Redes sociais