Cristina Ferreira Filme com participação da apresentadora prestes a chegar aos cinemas

A ex-concorrente do Big Brother Famosos vai mostrar a sua vida num projeto que andou a filmar nos últimos quatro anos e que conta com a participação de Cristina Ferreira.

Cristina Ferreira Filme com participação da apresentadora prestes a chegar aos cinemas

Com estreia marcada para 12 de fevereiro de 2026 nos cinemas nacionais, o documentário La Vie de Maria Manuela promete revelar o lado mais íntimo de Marie, uma das influenciadoras mais faladas da sua geração. Conhecida pelo público após a sua participação no Big Brother Famosos, em 2022, Maria Manuela Gomes construiu uma identidade nas plataformas digitais, que agora ganha profundidade. A produção conta com a participação de Cristina Ferreira, Miguel Azevedo e Tanya, entre outras figuras públicas.

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Nascida em 2001, Marie cresceu na pequena freguesia de Estela, na Póvoa de Varzim, num contexto rural e conservador que cedo entrou em choque com a sua personalidade criativa e visão do mundo. Foi através das redes sociais TikTok, Instagram e YouTube que começou a dar a conhecer o seu universo colorido, quase mágico, onde aborda sem filtros temas como a saúde mental, a crise de identidade, os medos e a arte que cria, temas que lhe valeram uma forte ligação a milhares de seguidores.

O que esperar do documentário?

O documentário, realizado por João Marques, foi filmado ao longo de quatro anos pela amiga mais próxima da ex-concorrente do reality show da TVI e acompanha um período decisivo da sua vida: a transição para a idade adulta. O filme observa de perto a construção e desconstrução da sua identidade numa vila do norte de Portugal marcada pela tradição, pela religiosidade e por códigos rígidos, em contraste com as influências da cultura digital e a sua necessidade de afirmação.

“O filme acompanha a pessoa por trás do nome”, lê-se na sinopse. “Uma jovem artista destemida que recusa conformar-se”, acrescenta a mesma. De acordo com o realizador, Maria “incorpora simultaneamente as suas raízes nortenhas e as influências da cultura digital. Há uma procura constante de identidade”, sublinha. Ao transformar os seus espaços, “Maria procura conforto face à solidão, ao caos interno e às dificuldades da saúde mental”, acrescentou João Marques.

Texto: Luís Duarte Sousa; Fotos: impala e D.R.

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