Valpaços Após morte de Lara, asfixiada pela madrasta, escola toma atitude
A escola frequentada pela pequena Lara, de oito anos, regressou à normalidade após a morte da aluna, mas deixou à entrada uma faixa preta em sinal de luto.
A pequena Lara, de apenas oito anos, foi encontrada morta após ter sido asfixiada pela própria madrasta, Eulália, que a terá ido buscar à escola mais cedo que o suposto, justificando a saída com uma suposta consulta médica.
No primeiro interrogatório judicial, a suspeita negou a prática do crime e referiu ainda que “ouvia vozes”. A esta mulher de 48 anos, que terá agido por vingança contra o companheiro e pai da criança, foi-lhe aplicada a medida de coação mais gravosa: prisão preventiva.
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Segundo informações avançadas pelo Correio da Manhã, o estabelecimento de ensino frequentado pela criança já retomou o funcionamento normal, tendo, no entanto, colocado uma faixa preta à entrada em sinal de luto pela morte da aluna.
Texto: Beatriz Soares; Foto: Unsplash.