Tânia Laranjo Surpreende com ‘arraso’ a Ruben Rua: “Ego maior do que a própria biografia”

Tânia Laranjo não gostou do que Ruben Rua disse sobre Joana Marques e saiu em defesa da humorista!

Ruben Rua foi o mais recente convidado vo videocast de Flávio Furtado, o “The Leite Show”. As declarações do modelo e apresentador sobre as paródias de Joana Marques no “Extremamente Desagradável” motivaram uma surpreendente reação de Tânia Laranjo

O apresentador garante que se tornou um ‘ódio’ de estimação para a humorista. “Tornei-me de um alvo, quanto a mim, de forma injusta, de forma descontextualizada e de forma até quase aborrecida de: lá vem a Joana outra vez falar de mim.”

A jornalista da CMTV não resistiu e, com ironia, reagiu a estas palavras do modelo. “Ruben Rua queixa-se de que gozaram com ele. Fala solenemente dos limites do humor e garante que foi vítima de bullying por parte de Joana Marques; o que, em Portugal, equivale quase a um fenómeno meteorológico: acontece com alguma regularidade e raramente é pessoal.”

“Leva-se demasiado a sério”

Além disso, Tânia Laranjo também ‘puxou’ outro humorista para a conversa, que recentemente este no Alta Definição. “Vasco Pereira Coutinho lutou na infância precisamente contra o bullying. Porque era católico, porque era diferente, porque gostava mais de brincar com meninas do que com meninos; uma escolha que, em certos recreios, parecia mais subversiva do que qualquer manifesto político.”

Tânia Laranjo foi ainda mais longe na comparação entre os dois: “Ruben Rua deixa no ar que ser amigo de Cristina Ferreira lhe trouxe mais dissabores do que vantagens; enquanto Vasco Pereira Coutinho se despe perante o país; no sentido metafórico, felizmente; e fala de Deus e dos amigos que o salvaram. Reconhece que o humor o tornou igual aos outros: um mecanismo anti-vaidade bastante eficaz.”

“No final, Ruben Rua tem um ego maior do que a própria biografia e Vasco Pereira Coutinho, pelo contrário, faz das suas fragilidades matéria-prima para rir. E talvez esteja aí toda a diferença: um leva-se demasiado a sério; o outro sabe que viver significa levar a vida; e sobretudo a si próprio; com uma certa elegância irónica. Porque seremos sempre apenas figurantes da grande comédia nacional”, finalizou.

Texto: Tomás Cascão; Fotos: Arquivo Impala & Redes sociais

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