Tragédia Do Meco Pais dos jovens que morreram no Meco acusados de difamação agravada
O processo que opunha os pais dos jovens que morreram no Meco e o procurador, Joaquim Moreira da Silva, terminou com a acusação por difamação agravada
Os pais de três jovens que morreram afogados na praia do Meco, em dezembro de 2013, foram acusados pelo crime de difamação agravada. O Ministério Público afirma que os progenitores levaram a cabo uma campanha com o objetivo de denegrir a imagem do magistrado, responsável pelo caso. Trata-se do procurador Joaquim Moreira da Silva.
“Levaram a cabo uma campanha com o manifesto intuito de pressionar o magistrado e também com o intuito de denegrir a sua imagem imputando-lhe factos falsos, que atentavam contra a sua credibilidade e profissionalismo, enquanto pessoa e procurador da república”, avança o Correio da Manhã.
Em causa estiveram as críticas ao magistrado, após o arquivamento do processo, onde os pais dos jovens pediam responsabilidades a João Miguel Gouveia. O Dux, da comissão de praxes da Universidade Lusófona, foi o único sobrevivente da trágica noite.
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Fotos: D.R. e Impala
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