Paula Nabais Quebra silêncio sobre caso Elefante Branco, que envolveu o nome de Maya
Paula Nabais nega qualquer “envolvimento no processo em causa”.
O nome de Maya foi envolvido no processo Elefante Branco, que tem dado muito que falar. Em causa está tráfico de pessoas e lenocínio (prostituição), que terá acontecido num espaço de alterne de luxo, em Lisboa.
Segundo as escutas, a diretora de entretenimento da CMTV terá solicitado uma acompanhante para um amigo de Paula Nabais. “Queria companhia para estar, para jantar… para essas coisas todas”, ouve-se, alegadamente, no áudio.
Maya respondeu às acusações no Grande Jornal da Tarde e garantiu que não é arguida no caso, nem foi ouvida pelo Ministério Público. “Fui eu a fazer um telefonema a uma pessoa para que outra pessoa pudesse marcar um jantar. Portanto, não há qualquer incentivo meu ou responsabilidade criminal. O que eu estou a dizer é que nunca na vida eu pactuaria com uma situação de incentivo à prostituição ou de facilitar a prostituição. Uma coisa é uma companhia, outra é prostituição e exploração sexual, que é muito mais grave e é disso que este processo trata”, justificou.
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“Não participei nas atividades ilícitas investigadas”
Agora, foi a vez de Paula Nabais quebrar o silêncio através de um comunicado, a que o site Dioguinho teve acesso. “Nos últimos dias, o meu nome tem sido referido na televisão, na imprensa e na Internet a propósito do processo relacionado com o estabelecimento Elefante Branco”, começou por dizer. “Alguns títulos e comentários apresentam a minha atuação fora do seu contexto e são suscetíveis de criar uma perceção errada sobre o meu papel neste episódio”, ressaltou.
Segundo revelou, a visada foi consultada por um empresário conhecido para reservar um jantar no Elefante Branco. A própria, que tem colaboração com a Maya Eventos, contactou a apresentadora e esta, como estava ocupada, remeteu o assunto para Luís Torres. Contudo, não obteve resposta. “A minha intervenção terminou nessa diligência”, garantiu.
“Nunca fui inquirida no processo em causa. Não participei nas atividades ilícitas investigadas”, afirmou Paula Nabais. Além disso, exige que um mero “contacto circunstancial para auxiliar uma reserva” não seja deturpado em “títulos, comentários ou insinuações, como demonstração de um envolvimento que não tive”.
Texto: Luís Sigorro; Fotos: Impala/Redes sociais