No dia do crime, Carlos Castro poderia ter-se salvo, mas tomou uma decisão que lhe foi fatal

Quinze anos após a morte de Carlos Castro, continuam a surgir novos detalhes sobre as horas que antecederam o crime que chocou Nova Iorque.

Quinze anos após a morte de Carlos Castro, continuam a surgir novos detalhes sobre as horas que antecederam o crime que chocou Nova Iorque. O programa “Portugal Criminal” recuperou recentemente os últimos momentos vividos pelo cronista. Isto antes de ser assassinado por Renato Seabra, então seu companheiro de viagem. Na manhã de 7 de janeiro de 2011, os dois terão vivido um ambiente de tensão no Hotel InterContinental, onde estavam hospedados.

Carlos Castro tomou uma decisão que lhe foi fatal

Segundo o depoimento de Vanda Pires, amiga de Carlos Castro, o cronista entrou em contacto com ela nesse dia e mostrou-se bastante perturbado. Terá contado que tinha discutido com Renato durante a noite. Sentia que o comportamento do modelo estava diferente. Perante a situação, a amiga chegou a aconselhá-lo a pedir-lhe que regressasse a casa. Disponibilizou-se para o receber, além de lhe perguntar se pretendia contactar a segurança do hotel. Carlos Castro recusou as propostas e decidiu permanecer no quarto.

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Antes disso, Renato Seabra tinha abandonado o local por volta do meio-dia. Isto enquanto Carlos Castro alterou a sua viagem de regresso a Portugal, antecipando-a para 9 de janeiro. Algumas horas depois, no quarto que partilhavam, ocorreu o homicídio do cronista. Renato Seabra foi posteriormente condenado nos Estados Unidos a uma pena mínima de 25 anos de prisão, com possibilidade de permanecer detido pelo resto da vida.

Notícia www.maria.pt

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