Maya quebra silêncio após ter sido apanhada em escuta na investigação do caso Elefante Branco! “Fui eu…”

A apresentadora e taróloga foi apanhada nas escutas da investigação do caso Elefante Branco, onde pedia ajuda para solicitar “companhia” para um amigo da empresária Paula Nabais.

Maya está envolvida numa forte polémica. A apresentadora da CMTV foi apanhada nas escutas da investigação do caso Elefante Branco, um clube de alterne, localizado em Lisboa, que tinha cerca de 80 mulheres. As autoridades investigam alegados crimes de exploração sexual.

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De acordo com a informação avançada pelo Jornal de Notícias, a conversa apanhada nas escutas é de abril de 2023. Durante a chamada, Maya pediu, alegadamente, ao proprietário do clube de alterne, ajuda para Paula Nabais.

Maya terá pedido que este ajudasse a empresária a organizar um jantar para um amigo que “queria companhia”, revelou a mesma publicação.

“Uma coisa é uma companhia, outra coisa é uma prostituição”

Em reação à notícia avançada pelo JN, a taróloga afirmou: “Não há aqui qualquer acusação ou participação minha em qualquer rede de tráfico ou de exploração”. E continuou: “Fui eu a fazer um telefonema a uma pessoa para que outra pessoa pudesse marcar um jantar. Portanto, não há qualquer incentivo meu ou responsabilidade criminal”, afirmou, nas declarações que deu à estação televisiva onde trabalha.

Mais tarde, a apresentadora referiu ainda que “nunca na vida eu pactuaria com uma situação de incentivo à prostituição ou de facilitar a prostituição”, afirmou. “Uma coisa é uma companhia, outra coisa é uma prostituição e uma exploração sexual, que ainda é outra coisa muito mais grave e é disso que este processo trata”.

Maya explicou que a sua ligação ao espaço aconteceu em 2019, anos antes da conversa captada, altura em trabalhou como “relações públicas”. “Poucas pessoas sabem que eu sou relações públicas. Tenho três atividades essenciais: sou taróloga, sou apresentadora de trabalho em televisão e tenho uma empresa de comunicação e relações públicas”, explicou.

“Estou à espera de poder ser, enfim, chamada como testemunha a alguma coisa e lá estarei, com toda a franqueza e toda a frontalidade que me caracteriza”, afirmou ainda, classificando a chamada como “irrelevante”.

Importa referir que Luís Torres e Pedro Gameiro estão acusados de 98 crimes de tráfico de pessoas para exploração sexual, entre outros.

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Texto: Sofia Mendes
Fotos: Redes sociais, Impala

Notícia www.tv7dias.pt

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