Maya Quebra silêncio acerca de escuta sobre acompanhante de luxo: “Fui eu a fazer um telefonema”

Maya já respondeu às acusações de que estaria envolvida numa rede de acompanhantes de luxo. Garante que em causa esteve apenas uma marcação de um jantar.

Maya, que viu o seu nome envolvido numa escuta relacionada com o processo Elefante Branco que envolve tráfico de pessoas e lenocínio (prostituição) que terá acontecido num espaço de alterne de luxo em Lisboa.

Na escuta em causa, a apresentada é acusada de solicitar uma acompanhante para um amigo de uma amiga. “Queria companhia para estar, para jantar… para essas coisas todas”, será o conteúdo do áudio.

Como explicou à NOVA GENTE, iria quebrar o silêncio no “Grande Jornal da Tarde”, da estação… e assim foi!

“Fui a fazer um telefonema”

A taróloga assegurou que não é arguida no processo e que nem sequer foi ouvida pelo Ministério Público. “Fui eu a fazer um telefonema a uma pessoa para que outra pessoa pudesse marcar um jantar. Portanto, não há qualquer incentivo meu ou responsabilidade criminal”, garantiu.

“O que eu estou a dizer é que nunca na vida eu pactuaria com uma situação de incentivo à prostituição ou de facilitar a prostituição”, apontou ainda, explicando que o que fez não é ilegal. “Uma coisa é uma companhia, outra é prostituição e exploração sexual, que é muito mais grave e é disso que este processo trata”, clarificou.

Texto: Tomás Cascão; Fotos: Redes sociais

 

Notícia www.novagente.pt

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