Heitor Lourenço devastado com tragédia no Nepal. Ator revela como soube da catástrofe: “O impacto é muito…”
Para o ator, o Nepal é uma segunda casa, é o país onde já o tratam por amigo e para onde viaja sempre que pode.
Heitor Lourenço não podia estar mais devastado com a tragédia que atingiu a zona fronteiriça entre o Nepal e o Tibete, na China. Para o ator, o Nepal é uma segunda casa, é o país onde já o tratam por amigo e para onde viaja sempre que pode.
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Ao tomar conhecimento da catástrofe, de imediato entrou em contacto com os amigos nepaleses que foi conquistando ao longo dos anos e o relato que nos faz sobre os acontecimentos é arrasador. Apesar de estar profundamente afetado com tudo o que se passou, dentro de si acaba por ter também um sentimento de alívio: Afinal de contas, caso não estivesse a gravar a telenovela Coração de Mãe, da TVI, estaria no Nepal por esta altura e, muito possivelmente, no local onde aconteceu a forte enxurrada que tirou a vida a centenas de pessoas.
“Muito triste e magoado”
“Eu considero o Nepal como o meu segundo país, nomeadamente Katmandu como uma das minhas cidades de eleição, eu vou lá todos os anos, portanto, tenho lá alguns amigos”, começa por dizer, em exclusivo à TV 7 Dias. E foi através de um desses amigos que tomou consciência da tragédia. “Um deles mandou-me imagens do que aconteceu. A minha primeira reação foi pensar que ele me estava a mandar umas coisas bonitas, sítios para visitar no Nepal, mas depois, quando vi, fiquei tristíssimo, exatamente como se acontecesse um desastre deste tipo aqui em Portugal. Sinto-me muito triste e muito magoado, como se fosse uma parte de mim porque aqueles sítios dizem-me muito”, lamenta.
De imediato, entrou em contacto com as pessoas que conhece no Nepal para saber se estavam todas bem e o feedback que recebeu de uma delas foi avassalador. “O cenário que me descreveu ainda é pior do que o que está a passar cá. Nós vemos imagens de um sítio a ser afetado. Aquilo que me é descrito, nas palavras dele, que está lá, é que foram 75 quilómetros de zonas devastadas, que desapareceram do mapa, ele fala-me em quatro cidades, várias vilas. O impacto é muito grande. E eu ainda fiquei mais triste por pensar nas condições daquele povo e naquilo que está a sofrer, deixou-me muito triste. Estou aqui um bocadinho ansioso porque sei que uma das pessoas que conheço tem família lá para essa zona e ainda não consegui saber nada. Imagino também que as telecomunicações devam estar a funcionar mal”, desabafa.
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Texto: Carla Ventura (carla.ventura@impala.pt) Fotos: Reprodução Instagram, Impala