Algés – Menina de 4 anos que fica sem a mãe pede algo que pode mudar o seu futuro
O futuro da menina de quatro anos continua incerto após a morte da mãe, enquanto a família paterna tenta assumir a sua guarda.
De acordo com o jornal O Globo, a menina permanecerá com uma amiga da mãe, a quem foi entregue pelas autoridades na altura do homicídio. À saída do tribunal, Patrícia Molino, advogada da família paterna criticou a decisão: “A própria criança diz que não está bem onde está, quer ficar com a família”, revelou. Segundo a mesma, já foram solicitados ao Brasil relatórios para que possam ser analisadas “as condições financeiras” da família paterna e já há acordo entre ambas as famílias para que seja esta a ficar com a guarda da menina.
“Houve falha do sistema português…”
Ao jornal brasileiro, a advogada do pai referiu que era “preciso comprovar que a família, que vive em São Paulo, reúne condições financeiras e emocionais para ficar com a criança” e deixou duras críticas ao Estado português. “Houve falha do sistema português porque os menores estavam sinalizados pelos serviços sociais, as coisas não corriam bem e, como prevê a lei, deveria ter tirado os filhos de lá”, atirou.
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Recorde-se que a adolescente encontra-se agora internado num centro de acolhimento, em regime fechado, durante os próximos três meses. A medida será reavaliada dentro de dois meses. O futuro da irmã continua em aberto.