Algés – Afinal ainda há uma pessoa a ser ouvida? Especialista analisa crime

A vogal da Direção do Instituto de Apoio à Criança, analisou o caso do jovem de 15 anos que matou a mãe com um mata-leão.

Algés - Afinal ainda há uma pessoa a ser ouvida? Especialista analisa crime

O chocante caso do jovem que matou a mãe com um ‘mata-leão’, em Algés, continua a ser avaliado e analisado.

Afinal a pessoa a ser ouvida é o jovem de 15 anos, tal como Fernanda Salvaterra, vogal da Direção do Instituto de Apoio à Criança, analisou na  CNN Portugal. Fernanda começou por afirmar: “Não é possível avaliar, nomeadamente o caso do jovem de Algés, avaliar a mente do jovem ou a dinâmica familiar de uma família, seria uma avaliação clínica direta e aprofundada, portanto o foco deve ser no fenômeno e não no caso em concreto”. A vogal explicou de seguida: “Ou seja, em vez de especularmos sobre o caso, até porque todos os dias tem surgido novas informações, devemos refletir sobre as questões da violência, as questões da saúde mental e nomeadamente estas questões do direito à participação da criança, o direito à criança ser ouvida”.

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Após a declaração, a convidada referiu que esta prática já existe em Portugal, contudo, “entre o ser ouvida e aquilo que ela refere, aquilo que ela relata, ser tido em conta quando estamos a avaliar questões da sua proteção, isso não está a acontecer”. Por essa razão, Fernanda menciona ainda: “Parece que são sempre, digamos, os direitos, os desejos dos adultos que prevalecem nas decisões. Portanto há que valorizar realmente o testemunho da criança”.

Texto: Redação VIP; Foto: Unsplash;

Notícia www.vip.pt

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