Fábio Porchat – Fala sobre os projetos profissionais e a relação com Priscila Castello Branco: “Vou casar com essa mulher”
Prestes a estrear uma nova temporada de Que História É Essa, Porchat?, na TV Globo Portugal, o humorista abre o jogo sobre uma vida dividida entre viagens, espetáculos e televisão, sem esquecer o amor. Apaixonado, revela ainda os planos de casamento com a mulher com quem partilha a vida.
Vem aí uma nova temporada de Que História É Essa, Porchat?, que se estreia em Portugal na madrugada de 25 de agosto. O que podemos esperar do programa?
É já a oitava temporada, caiu mesmo no goto do povo porque é um programa onde anónimos e famosos contam histórias. Acho que isso foi um ganho do programa também, perceber que todo o mundo tem uma história para contar, não só a pessoa muito famosa.
Até porque tem também convidados anónimos. Com o Fábio a entrevistá-los.
Eu sou uma espécie de arrumador de histórias. A pessoa vem tentando estacionar o carro dela e eu fico ali olhando para a direita, para a esquerda, porque a minha função é mais fazer com que a pessoa conte aquela história da melhor forma, seja o mais engraçado possível. Então, às vezes alguém esquece-se de um detalhe, pula o assunto, acelera, então eu preciso fazer com que ela mantenha o ritmo, tenho de ser o olhar do público para aquela história.
Houve histórias e convidados que o surpreenderam?
De um modo geral, todas as histórias que vão ser apresentadas ali, eu ouço antes. Eu aprovo todas, dos anónimos e dos famosos. As pessoas mandam-me o áudio, eu ouço e digo: “É mais por aqui, não é, essa história não funciona tanto, ou funciona”. Eu preciso de saber, para ajudar a pessoa a contar a história dela.
Mas o que não se pode prever é o nervosismo da pessoa. É ali na hora, ao vivo, com a câmara ligada, que se sabe se a pessoa vai render ou não. Há algumas histórias que eu acho que até vão ser simpáticas e chega na hora são melhores ainda. E há histórias que prometem muito e em que tenho de estar atento para que a pessoa não se atrapalhe.
Em que ano estreou a primeira temporada?
Em 2019, o programa estreia-se e, quando ele estoura, vem a pandemia. Em 2020, fiz o programa todo virtual. Depois, foi voltando com calma. Em 2021, sem plateia e depois, em 2022, volta a ser como eu tinha imaginado. E volta com tudo, com força mesmo. E eu fico muito feliz de ver que o programa cai na graça das pessoas. As pessoas começam a assistir, porque é um programa muito leve.
E real.
É, e conta histórias que todo o mundo pode participar. As pessoas assistem em família: a avó com o neto, o filho com o pai. É um programa que acabou criando um laço afetivo com as pessoas.
E somos todos tão diferentes uns dos outros, com tantas histórias, que, se calhar, o programa vai durar até ao fim da sua vida.
Oxalá. Eu sinto que as pessoas vão renovando as histórias. É um programa que não tem problema em repetir o convidado. Até à oitava temporada, tivemos muitos convidados inéditos. Eu agora já faço tanta confusão. Por vezes, estou a gravar e já nem me lembro de quem tinha passado pelo programa.
Leia a entrevista na íntegra na NOVA GENTE desta semana! Já nas bancas!

Texto: Neuza Gomes; Vinícius Mochizuki e D.D.