Inês Brás enfrenta tratamentos agressivos (e caríssimos) para controlar doença autoimune
Inês Brás partilha os desafios enfrentados com a psoríase e os tratamentos dispendiosos que tem tentado para controlar a doença.
Inês Brás, apresentadora do TVI Dá+, tem sido muito aberta sobre os desafios que enfrenta com a psoríase, uma condição autoimune que afeta a pele.
À conversa com Cláudio Ramos, no programa Dois às 10, revelou detalhes sobre o aparecimento inesperado da doença e os tratamentos agressivos e caros que tem tentado para controlá-la.
“Isto apareceu-me assim do nada. Primeiro apareceu-me assim uma neve e eu ‘opá, que estranho, parece uma aspa’ (…) Fiz imensos tratamentos e nada. E depois disseram-me que é psoríase”, contou.
E de seguida explicou os sinais que a fizeram recorrer um médico: “Tinha cinco zonas com pintinhas, umas nas pernas, bastantes no couro cabeludo e tinha assim nos braços”.
Segundo o que lhe explicaram, o despoletar deste problema de saúde poderá ter sido o stress. “Supostamente é por causa do stress e também do sistema imunitário. Mas foi no final no programa [Vai ou Racha] e não me sentia stressada, estava feliz”, referiu.
Perante alguma curiosidade do colega de Cristina Ferreira, Inês falou sobre os tratamentos a que tem recorrido. “O melhor tratamento para isto é o sol e o mar. Então estive no Brasil em Cabo Verde”, começou por dizer. No entanto, existem outros mais caros e agressivos que rondam os 4 mil euros.
“É a injeção, são seringas que fazes na perna, tens de um em um mês e tens de três em três meses. E isso acho que é 90% que ficas mesmo limpo, tens que estar é sempre sempre a fazer”, revelou e continuou: “Tens também os comprimidos só que é muito mais forte para o estômago e a eficácia não é assim tanta”.
Sobre o que está a fazer atualmente para ‘adormecer’ a doença, divulgou: “Agora estou a fazer os comprimidos, mas parei, porque como tive o sol e o mar, acho que não há necessidade e estou a fazer muitos cremes de cortisona. Agora falta-me só o exame da tuberculose, para fazer depois as seringas”.
Texto: Carolina Charrua; Fotos: Redes sociais e Impala