Famosos Afinal, como é que se chamam? Os nomes verdadeiros das celebridades portuguesas
Nem sempre os nomes das celebridades coincidem com os de batismo. Entre estratégias de imagem e escolhas artísticas, muitos adotaram identidades diferentes.
Os nomes pelos quais o público conhece algumas figuras públicas nem sempre correspondem àqueles que constam nos documentos oficiais e essa distância entre identidade real e identidade artística continua a suscitar curiosidade. Falamos, por exemplo, de figuras como os cantores Tony Carreira e Emanuel ou os youtubers Wuant e Windoh, que adotaram designações distintas das de nascimento.
A prática não é nova nem exclusiva de um setor específico. Da música ao entretenimento, passando pelo universo do rap, multiplicam-se os casos de quem opta por nomes mais curtos, sonantes ou facilmente memorizáveis. Em alguns casos, trata-se de simplificar, noutros de construir uma persona mais alinhada com a imagem pública ou com o estilo artístico que desejam. Nestas páginas, mostramos-lhe como se chamam, afinal, algumas das nossas celebridades.
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Rebeca – Cláudia Alves
Tal como acontece com outros artistas do meio musical, a escolha de um nome mais simples e distinto dos restantes faz parte da construção de uma identidade pública. Por isso, Cláudia Alves optou por ser conhecida como Rebeca.
April Ivy – Mariana Barreirosdos Santos Gonçalves
O nome artístico, em inglês, reflete a orientação internacional do seu percurso e a estética pop com que se apresenta.
Dino D’Santiago – Claudino Jesus Borges Pereira
A escolha do nome Dino D’Santiago está ligada à sua forte ligação a Santiago de Cabo Verde, que influencia fortemente o seu trabalho musical.
Ágata – Maria Fernanda Pereira de Sousa
O nome artístico foi adotado no contexto da sua carreira na música popular portuguesa, tornando-se a designação pela qual Maria Fernanda é reconhecida pelo público.
Emanuel – Américo Pinto da Silva Monteiro
A utilização do nome artístico Emanuel funciona por ser facilmente memorizável no contexto da música popular portuguesa.
Windoh – Diogo Figueiras
É uma das figuras mais conhecidas da geração de criadores digitais em Portugal, associado sobretudo a conteúdos de entretenimento, gaming e lifestyle. O nome Windoh funciona exclusivamente como identidade artística e de marca.
Piruka – André Filipe de Oliveira
A designação Piruka resulta de uma alcunha que ficou desde a juventude e que acabou por se tornar a sua identidade artística quando começou a lançar música.
MARO – Mariana Brito da Cruz Forjaz Secca
O nome artístico, escrito em maiúsculas, funciona como marca pessoal e está associado a uma estética mais internacional e minimalista.
Slow J – João Batista Coelho
Segundo o próprio, “Slow” não é uma referência a lentidão, mas à forma com que constrói a música, privilegiando detalhe e tempo de maturação. O “J” corresponde à inicial do seu nome.(João).
Blaya – Karla Regina Francelino Rodrigues
O nome artístico resulta da utilização do apelido pelo qual já era conhecida no meio artístico, mantendo uma identidade curta e identificável.
Wuant – Paulo Filipe Morgado Borges
O nome Wuant funciona apenas como identidade digital e marca associada ao seu percurso no YouTube e streaming, ligado a conteúdos de entretenimento e gaming.
Nininho Vaz Maia – Avelino vaz Maia
O nome artístico combina a alcunha (Nininho) com os apelidos familiares.
Dillaz – André Filipe Chapelas Neto
Dillaz surgiu como um nome de uso artístico dentro do contexto do hip-hop, escolhido sobretudo por sonoridade e identidade de palco.
Agir – Bernardo Correia Ribeiro de Carvalho Costa
Tal como outros, Agir é uma forma curta e estilizada de assinatura, usada ao longo da sua carreira na música.
Texto: ANA FILIPE SILVEIRA; Fotos: IMPALA E D.R.