Cristina Ferreira “Sinto-me melhor agora do que aos 30 anos”
A apresentadora da TVI conversou, em exclusivo com a NOVA GENTE, sobre os cuidados que tem adotado para enfrentar a chegada dos 50 anos, a perda de peso que se tornou evidente nos últimos meses, os tratamentos a que recorre para combater os sinais do envelhecimento e a importância do exercício físico numa fase em que o corpo começa a dar sinais de mudança.
Estamos na inauguração da Primum Medicina Estética. Os cuidados com a aparência preocupam-na?
Nunca me preocupou muito, confesso. Até já partilhei várias vezes que eu não sou uma pessoa nada preocupada nem com limpezas de pele nem nada do género… Mas também acho que é porque sempre tive uma genética muito boa.
Mas é embaixadora desta clínica e faz aqui tratamentos.
Sim, porque, embora a minha pele seja muito fininha, ela tem muita propensão a ter rugas. Eu vejo na minha mãe a cara que eu própria vou ter não tarda nada. Percebo, pelas que já existem, que vou ter as rugas muito marcadas… Mas ela é tão bonita!
Então, aos quase 49 anos [Cristina celebra-os em setembro], os seus cuidados prendem-se mais pela prevenção?
É isso. Tudo aquilo que eu puder fazer para ativar colagénio, para que o rosto fique mais bonito, eu vou fazer. Ainda para mais, tenho também uma marca que é par de qualquer tratamento que se possa fazer, que ajuda e muito a que cada mulher se sinta mais confiante. O colagénio é essencial, a suplementação é essencial. Por exemplo, aqui nesta clínica descobri uma máquina nova, que é de radiofrequência com micro-agulhamento, que permite, por exemplo, que esta flacidez da zona abaixo do queixo não surja de forma tão imediata ou adia um bocadinho mais o seu aparecimento. E isso são coisas que eu acho que, quem tiver disponibilidade, pode e deve fazer. A limpeza de pele, por exemplo, é outra coisa a que eu não ligava absolutamente nada e agora percebo a diferença quando a faço.
São coisas que acaba por querer fazer por estar mais atenta, devido ao avançar da idade, ou porque a sua profissão a obriga a viver da imagem?
Também por isso. Vamos lá ver, eu apareço todos os dias na televisão, eu tiro fotografias todos os dias e é óbvio que, quem é confrontado todos os dias com a sua imagem vai percebendo como é que o rosto vai mudando.
Como a flacidez na zona do queixo, que já referiu.
Sim. Essa flacidez eu só começo a percebê-la agora. Aos 30 anos, não tinha noção de que o rosto, de facto, por muito que nós o cuidemos, vai obviamente piorando. E isso é uma coisa que se pode reverter facilmente. Eu não quero eliminar rugas, eu não quero deixar de ter a minha expressão, eu não penso em fazer nada, para já, de muito invasivo. Mas tudo que eu possa fazer com estes tratamentos que estão à nossa disposição, que são cada vez mais avançados, cada vez mais capazes de reverter essas situações que dia após dia vamos sentindo, eu farei. Eu tenho quase 50 anos e claro que agora estou muito mais atenta a estas coisas do que já estive.
Leia a entrevista exclusiva na íntegra na NOVA GENTE desta semana. Já nas bancas!

Texto: Ana Filipe Silveira; Fotos: Arquivo Impala e Redes Sociais.