Big Brother Verão: “Com 14 anos, perdi a minha virgindade da pior maneira possível”

Na gala de domingo, 23 de agosto, Sara, de 21 anos, abriu o coração ao recordar alguns dos episódios mais difíceis da sua vida na “Curva da Vida” do Big Brother Verão.

Na gala de domingo, Sara, de 21 anos, abriu o coração ao recordar alguns dos episódios mais difíceis da sua vida na “Curva da Vida” do Big Brother Verão. A concorrente falou sobre os anos complicados que viveu na escola, marcados pelo bullying e pela exclusão. Revelou que desde muito nova enfrentou comentários e insultos relacionados com a sua aparência. A situação teve um forte impacto na sua autoestima e levou-a, ainda criança, a procurar ajuda médica. Mais tarde, depois de conseguir ultrapassar essa fase, Sara voltou a enfrentar um período delicado quando a mãe foi diagnosticada com um tumor cerebral, felizmente ultrapassado com sucesso.

Big Brother Verão: “Com 14 anos, perdi a minha virgindade da pior maneira possível”

Contudo, foi uma experiência vivida aos 14 anos que Sara descreveu como o momento mais doloroso da sua vida. Depois de uma festa de aniversário, afirmou ter sido vítima de uma situação sexual sem consentimento, que manteve em silêncio durante vários anos por vergonha e medo. Só aos 18 anos conseguiu contar aos pais o que tinha acontecido. Em direto, após a emissão da sua história, deixou ainda uma mensagem a quem possa estar a passar por situações semelhantes, apelando para que procure ajuda, fale com pessoas de confiança e denuncie. Sara reforçou que pedir apoio não é motivo de vergonha e que ninguém deve enfrentar sozinho uma experiência traumática.

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“Com 14 anos, perdi a minha virgindade da pior maneira possível. Tinha ido a uma festa de anos e não correu como eu esperava. Muitos homens deviam aprender a ouvir a palavra não. E deviam aprender que o que se passa aqui não foi só aqui, que nos acompanha a vida toda. E que é muito mau. Sentia-me envergonhada por uma coisa que não fui eu que fiz. Não consegui contar a ninguém, guardei para mim e sofri sozinha com isto. Só fiz capaz de contar aos 18 anos aos meus pais. Passei 4 anos a tentar esquecer, como se fosse possível”, relatou.

Notícia www.maria.pt

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