Venezuela/Sismo: Governo da Guiné-Bissau informa que não há vítimas mortais entre estudantes guineenses

O Governo de Transição da Guiné-Bissau informou hoje que não há vítimas mortais dos sismos na Venezuela entre os estudantes guineenses que se encontram naquele país.

Venezuela/Sismo: Governo da Guiné-Bissau informa que não há vítimas mortais entre estudantes guineenses

Em comunicado oficial divulgado nas redes sociaIs, as autoridades guineenses acrescentam que “foram reportados apenas alguns ferimentos ligeiros” entre os “135 estudantes guineenses” que se encontram na Venezuela.

O Governo da República da Guiné-Bissau informa que “está a acompanhar, desde as primeiras horas, a situação dos estudantes guineenses residentes na República Bolivariana da Venezuela, na sequência do sismo que atingiu aquele país” a 24 de junho.

De acordo com o comunicado oficial, a informações relativas aos estudantes guineenses foram “recolhidas através da embaixada da Guiné-Bissau em Havana, em coordenação com os representantes dos estudantes”.

No comunicado lê-se ainda que “as autoridades diplomáticas acompanham permanentemente a situação e prestam a assistência necessária aos estudantes”.

O Governo da República da Guiné-Bissau “manifesta a sua solidariedade para com o povo venezuelano neste momento difícil e reafirma o seu compromisso com a proteção e o bem-estar dos cidadãos guineenses no exterior”.

O Ministério dos Negócios Estrangeiros, Cooperação Internacional e das Comunidades assegura que “continuará a acompanhar a evolução da situação, em estreita coordenação com as autoridades competentes, mobilizando todos os meios necessários para apoiar os cidadãos nacionais”.

Os sismos registados na Venezuela em 24 de junho causaram pelo menos 1.719 mortos e 5.034 feridos, segundo o mais recente balanço oficial.

Segundo a ONU, mais de 50 mil pessoas estão desaparecidas.

Vários países, incluindo Portugal e outros estados da União Europeia, enviaram equipas de busca e salvamento para a Venezuela.

Os sismos de magnitude 7,2 e 7,5 ocorreram a 200 quilómetros de Caracas, com menos de um minuto de intervalo e foram seguidos por mais de 20 réplicas, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos.

Dezenas de edifícios ruíram ou ficaram gravemente danificados na capital Caracas e na região de La Guaira, uma das mais afetadas.

 

 

 

*** A delegação da agência Lusa na Guiné-Bissau está suspensa desde agosto após a expulsão pelo Governo dos representantes dos órgãos de comunicação social portugueses. A cobertura está a ser assegurada à distância ***

 

 

HFI // RBF

By Impala News / Lusa

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