CGD: Passos Coelho considera o fecho de balcões um “cinismo atroz” do PS, BE e PCP

O presidente do PSD, Pedro Passos Coelho, afirmou que o encerramento de balcões da Caixa Geral de Depósitos (CGD) é de um “cinismo atroz” por parte dos socialistas, comunistas e bloquistas.

CGD: Passos Coelho considera o fecho de balcões um

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Valongo, Porto, 18 mar (Lusa) — O presidente do PSD, Pedro Passos Coelho, afirmou hoje que o encerramento de balcões da Caixa Geral de Depósitos (CGD) é de um “cinismo atroz” por parte dos socialistas, comunistas e bloquistas.


“No meu tempo, ele [banco] era público e essas agências existiam, porque é que agora têm de encerrar, agora que o banco tem de ser defendido como um banco público apoiado por comunistas, bloquistas e socialistas, isto é de um cinismo atroz, um cinismo atroz”, disse, durante um almoço das mulheres sociais-democratas do distrito do Porto, realizado em Ermesinde.


Passos Coelho lembrou que o presidente da CGD veio dizer que, por causa do plano de restruturação, que não há “nenhuma razão” para que a caixa tenha balcões em partes do território nacional onde os outros bancos não têm, questionando se o facto de a caixa ser pública não pressupõe “até certo ponto” um nível de serviço público.


“Se a ideia é não vale a pena estar onde os outros também não estão, como é que eles sustentam a ideia de que o banco deva ser público, há de ser público porquê”, questionou.


O social-democrata entendeu que se o Estado português quer ter um banco público não pode deixar de observar as regras da concorrência, mas daí a dizer que tem de funcionar como um banco privado “desautoriza” quem entende que ele deva ser público.



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By Impala News / Lusa

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