Paulo Macedo defende “estabilidade” dos órgãos de supervisão
O presidente da CGD, Paulo Macedo, escusou-se a comentar as críticas que têm sido dirigidas ao governador do Banco de Portugal devido ao caso BES, defendendo apenas a importância de haver estabilidade nos supervisores.
Lisboa, 10 mar (Lusa) – O presidente da Caixa Geral de Depósitos (CGD), Paulo Macedo, escusou-se hoje a comentar as críticas que têm sido dirigidas ao governador do Banco de Portugal (BdP) devido ao caso BES, defendendo apenas a importância de haver estabilidade nos supervisores.
“Haver uma estabilidade dos órgãos de supervisão é algo bastante importante”, atirou Paulo Macedo, depois de ter realçado que não lhe compete comentar questões relacionadas com o supervisor bancário.
Quanto à reforma da supervisão do sistema financeiro, que prevê a criação de uma nova entidade de cúpula, com a “responsabilidade última da estabilidade financeira”, anunciada na quinta-feira no parlamento pelo ministro das Finanças, Mário Centeno, o líder da CGD também não se alongou em comentários.
“Não comentamos as medidas de supervisão. De resto, tratam-se de medidas bastante pacíficas, como é o caso da autonomização do Fundo de Resolução”, relativamente ao Banco de Portugal, afirmou.
DN/IM // PJA
By Impala News / Lusa