Governo angolano investiu 40 milhões de dólares na aquisição de vacinas

Angola investiu nos últimos oito meses cerca de 40 milhões de dólares (37,8 milhões de euros) na aquisição de vacinas para a prevenção da mortalidade infantil e infanto-juvenil, informou o ministro da Saúde angolano.

Governo angolano investiu 40 milhões de dólares na aquisição de vacinas

Luanda, 08 fev (Lusa) – Angola investiu nos últimos oito meses cerca de 40 milhões de dólares (37,8 milhões de euros) na aquisição de vacinas para a prevenção da mortalidade infantil e infanto-juvenil, informou hoje o ministro da Saúde angolano.


Luís Gomes Sambo, que falava em conferência de imprensa sobre a situação do setor da saúde, referiu que o país, que até há algum tempo viveu a escassez de algumas vacinas, nomeadamente a BCG, para contra a tuberculose, bem como a vacina humana contra a raiva, hoje não está mais numa situação de falta delas.


“O país investiu muito, nos últimos oito meses investimos cerca de 40 milhões de dólares em vacinas e já fomos felicitados pela Aliança Mundial da Vacinação pelo esforço do Executivo, que certamente vai contribuir para a prevenção da mortalidade infantil e infanto-juvenil”, referiu.


Segundo o ministro, o armazenamento de vacinas “melhorou bastante”, porque “Angola fez um esforço de autofinanciamento”, tendo conseguido “assumir essa responsabilidade com recursos públicos doméstico”.


“Neste momento temos cerca de dois milhões de doses da vacina da BCG disponíveis, mais de um milhão de doses contra a poliomielite, mais de dois milhões de doses da vacina pentavalente, mais de quatro milhões de doses da vacina pneumo, mais de três milhões de doses contra o sarampo, mais de dois milhões de doses da vacina rotavírus e mais de quatro milhões de doses da vacina contra a febre-amarela”, indicou.


Relativamente à vacina humana contra a raiva, um problema que tem sido constatado em Luanda e algumas províncias do país, como admitiu Luís Gomes Sambo, há vacinas sobretudo para os trabalhadores das administrações empenhados na recolha de animais vadios, bem como para outras pessoas que procuram os serviços de saúde.


“Houve falta de vacina antirrábica, mas neste momento temos vacinas para esse tipo de casos”, disse.



NME // EL

By Impala News / Lusa

Adicione a Impala como fonte preferida google share