Presidente do Tribunal Administrativo moçambicano quer decisões com rigor e celeridade
A presidente do Tribunal Administrativo (TA) moçambicano defendeu hoje uma instituição preparada para o futuro, com serviços técnicos e administrativos modernos e eficientes, além de decisões “com rigor e celeridade”.
“Temos o dever de preparar o Tribunal Administrativo para o futuro, reforçando continuamente a sua capacidade de resposta e consolidando uma cultura assente na excelência, na responsabilidade, na inovação e na melhoria contínua”, disse Ana Maria Bié, após empossar 16 quadros do Tribunal Administrativo e do Conselho Superior da Magistratura Judicial (CSMJ), em Maputo.
“Queremos um tribunal que decida com rigor e celeridade, que exerça uma fiscalização financeira cada vez mais qualificada e eficaz, que disponha de serviços técnicos e administrativos modernos e eficientes”, acrescentou
Segundo Ana Maria Bié, as nomeações inserem-se numa visão estratégica de desenvolvimento institucional e de preparação do Tribunal Administrativo e do CSMJ para “um novo ciclo da sua história”, em que se terá uma organização mais dinâmica, lideranças capazes de mobilizar equipas, maior coordenação entre as diferentes unidades orgânicas e processos de decisão mais céleres.
“Espera-se de vós um exercício de funções pautado pela competência técnica, pela integridade, pelo rigor, pela lealdade institucional e pelo elevado sentido de responsabilidade. Espera-se igualmente capacidade de iniciativa, espírito de colaboração e permanente disponibilidade para aperfeiçoar métodos de trabalho e encontrar soluções que reforcem a qualidade dos serviços prestados”, disse a responsável, na mensagem dirigida aos empossados.
A presidente do Tribunal Administrativo moçambicano pediu ainda um “compromisso permanente” com a excelência e prestígio da instituição, mais do que o cumprimento formal de tarefas, referindo que todos são parte do mesmo projeto institucional, cujo objetivo é servir à justiça, assegurar a legalidade, promover a boa gestão dos recursos públicos e reforçar a confiança dos cidadãos nas instituições do Estado.
“A exigência é clara: garantir serviços de suporte eficientes, rigorosos, de elevada qualidade e na esfera das suas atribuições, contribuir para um objetivo comum, assegurar que o Tribunal Administrativo desempenhe as suas competências com rigor, eficiência e credibilidade”, referiu Ana Maria Bié.
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By Impala News / Lusa