Perdeu a filha porque cometeu um erro no Facebook
Os perigos de aceitar pessoas desconhecidas nas redes sociais voltam a fazer vitimas. Foi o que aconteceu a Cyndi Malvita a qual a sua filha foi raptada.
Esta mãe aceitou um pedido de amizade de um estranho e por causa disso a filha foi raptada e posta à venda por… 5,5 mil euros! Leia o testemunho na primeira pessoa.
A história não é nova, mas uma situação actual, como muitas outras, e esta mãe revolveu partilhar o seu testemunho.
“Um homem estranho enviou-me um pedido de amizade no Facebook. Não o conhecia, mas tinha uma foto de perfil bonita, e por isso aceitei. A sua filha vai pela primeira vez para a escola. Orgulhosa, tira uma fotografia e partilha-a no Facebook. Na foto, o logótipo do uniforme revela o nome da escola. Alguns cliques e, pronto, o momento está registado. O que não percebemos é que as consequências podem ser terríveis. “Aquele estranho que adicionámos à lista de amigos guardou a foto que publicámos e colocou-a num catálogo online que é enviado para centenas de homens pelo mundo fora: ‘Fresca, menina brasileira. Menos de 6 anos. Apenas 4,5 mil euros’.”

“Acabámos de fornecer a foto da nossa filha a um traficante. Entregou-lhe o nome e a localização exacta da escola. O horror começa quando, algumas semanas mais tarde, você vai à escola buscá-la. Espera no portão e nada. Entra na escola, procura por todo o lado e não a encontra. Poucos sabem, a menina foi vendida a um pedófilo e agora está a caminho de outro país, confusa, com medo e a chorar com um homem que ela nunca tinha visto. Agora, ela não sabe onde estão os pais dela, para onde está a ir nem o que lhe vai acontecer. JAMAIS ADICIONE DESCONHECIDOS NO FACEBOOK! É melhor ter um amigo a menos do que passar por este pesadelo.”
Jamais aceite pedidos de amizade de pessoas desconhecidas
“Pare de publicar tudo sobre a sua vida no Facebook. Jamais aceite pedidos de amizade de pessoas desconhecidas. E o mais importante, não partilhe fotos de crianças! Elas acabam muitas vezes nas mãos erradas. Por favor, partilhe, em nome de todas as crianças”, aconselha Cyndi Malvita.