CGD reafirma vontade de reunir com autarcas de Almeida em reação a crítica PSD

A administração da Caixa Geral de Depósitos (CGD) declarou-se “disponível” para reunir com o presidente da Câmara Municipal de Almeida, em reação às críticas feitas pelo dirigente dos Autarcas Social Democratas (ASD), Álvaro Amaro.

CGD reafirma vontade de reunir com autarcas de Almeida em reação a crítica PSD

Lisboa, 03 mai (Lusa) — A administração da Caixa Geral de Depósitos (CGD) declarou-se hoje “disponível” para reunir com o presidente da Câmara Municipal de Almeida, em reação às críticas feitas pelo dirigente dos Autarcas Social Democratas (ASD), Álvaro Amaro.


Em comunicado enviado hoje à noite à agência Lusa, fonte oficial da CGD garantiu que “a administração da Caixa mantém, de boa-fé, o compromisso assumido, alheio a motivações políticas, estando disponível para a realização da referida reunião, tendo em vista alcançar as melhores soluções para a continuação da prestação do serviço bancário aos seus clientes”.


Hoje, o social-democrata Álvaro Amaro, que também é presidente de uma câmara, a da Guarda, solicitou à administração da CGD que pedisse desculpa ao presidente da Câmara de Almeida, o social-democrata António Batista Ribeiro, pelo cancelamento de uma reunião após a ocupação da agência.


No texto enviado à Lusa, a administração da CGD explicou que “a ocupação da agência bancária, promovida e mantida com o apoio dos responsáveis autárquicos, em inequívoca violação da lei, comprometeu irremediavelmente o ambiente para a concretização do encontro, que se consideraria reposto, se, e logo que, cessasse a ocupação”.


Acrescentou que “esta indispensável condição foi antecipadamente comunicada aos senhores autarcas para evitar o insucesso da sua deslocação”.


Esta posição da administração da CGD seguiu-se à consideração por Álvaro Amaro de que se estava perante uma “confusão democrática”.


O social-democrata argumentou que, na terça-feira, “o país assistiu a um ato que empobrece a democracia” e exprimindo a sua indignação, porque “um autarca não é um funcionário” e “não dá ordens ao povo”, tendo, em nome dos eleitos pelas populações, apelado “à administração da CGD que peça desculpa”.



RN (JF) // ARA

By Impala News / Lusa