Casados à Primeira Vista salvou Verónica: “Eu estava a precisar de ajuda”
A experiência de Verónica no programa Casados à Primeira Vista não terminou com a relação que iniciou com Rui Filipe, mas a participação no formato da SIC acabou por representar uma mudança importante na sua vida.
A experiência de Verónica no programa Casados à Primeira Vista não terminou com a relação que iniciou com Rui Filipe, mas a participação no formato da SIC acabou por representar uma mudança importante na sua vida. Em conversa com Júlia Pinheiro, a instrutora de condução reconheceu que entrou no programa numa fase em que sentia necessidade de apoio e acabou por descobrir que precisava de trabalhar vários aspetos pessoais e emocionais.
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Antes de aceitar o desafio televisivo, Verónica descreve uma rotina marcada essencialmente pelas obrigações profissionais e pela permanência em casa. A falta de motivação para sair ou conviver fazia parte do seu quotidiano, situação que, segundo a própria, poderia ter agravado o seu estado emocional caso não tivesse procurado uma mudança. Depois da experiência no programa, garante sentir-se com outra disposição, mostrando maior vontade de sair, conviver e recuperar o contacto com os amigos.
Casados à Primeira Vista salvou Verónica
“Eu estava a precisar de ajuda e felizmente que dei este passo sem saber que estava a precisar de ajuda em tantos campos, no campo emocional, no campo pessoal, no campo dos sentimentos”. Antes de entrar no formato da SIC, Verónica mantinha uma rotina agitada: “A minha vida não tinha nada. Eu era casa, trabalho, trabalho, casa. Eu não tinha ânimo para sair. Se não fosse isto, acho que realmente nesta altura estaria a tomar antidepressivos. Agora, depois desta experiência, consigo já ter ânimo para sair, procurar amigos”, disse.
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O percurso em “Casados à Primeira Vista” também levou Verónica a refletir sobre a forma como se via enquanto mulher. A ex-participante percebeu que, durante muito tempo, deixou pouco espaço para uma dimensão mais afetiva da sua personalidade. “Só existia uma personalidade, uma pessoa. Só existia uma identidade. E eu percebi que preciso de ajuda para desenvolver a minha outra identidade de Verónica mulher, de Verónica que assume que precisa de um homem, de um cuidador, de um parceiro”, concluiu.