“Filhos de pais separados não têm de ser infelizes”

A irmã de Carolina Patrocínio admitiu que sente saudades e que não é fácil ficar vários dias sem ver os filhos, sobretudo durante o verão, quando esse afastamento é maior.

Após quase uma década de casamento com Alexandre Esteves de Oliveira, Mariana Patrocínio terminou a relação em 2021. Desde então, a gestão das férias dos três filhos, Mateus, Pureza e Mariana, implica que as crianças também passem períodos de descanso com o pai, algo que a apresentadora já mostrou nas redes sociais. Perante as dúvidas de alguns seguidores sobre como lida com a distância dos filhos, Mariana decidiu abordar publicamente o tema e partilhar a sua experiência enquanto mãe separada.

A irmã de Carolina Patrocínio admitiu que sente saudades e que não é fácil ficar vários dias sem ver os filhos, sobretudo durante o verão, quando esse afastamento é maior. Ainda assim, considera importante que as crianças desfrutem do tempo com ambos os pais e reconheçam o que cada um pode proporcionar-lhes.

“Filhos de pais separados não têm de ser infelizes”

Para Mariana, estas experiências podem contribuir para desenvolver autonomia, capacidade de adaptação e resiliência, não significando necessariamente que filhos de pais separados sejam menos felizes ou seguros. Apesar das dificuldades emocionais dos primeiros dias, acredita que a situação tende a tornar-se mais fácil com o tempo.

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“Tenho a certeza absoluta que os meus filhos com o pai têm coisas que comigo não terão, e vice-versa – comigo terão coisas que não têm com o pai. O facto deles irem passar uns dias/umas férias com o pai, andarem de um lado para o outro, dá-lhes também um bocadinho de capacidade, de resiliência e de adaptação ao ambiente em que estão”, disse.

“Com isto eu não quero dizer nem sou apologista de pais separados, obviamente, mas não faço disto um bicho de sete cabeças. Ou seja, as crianças filhas de pais separados ganham um bocadinho essa resiliência e capacidade de adaptação. E como acho que as crianças é que têm que se adaptar à vida dos pais e não ao contrário, isso acaba por [acontecer]”, acrescentou.”Filhos de pais separados não têm de ser necessariamente crianças mais infelizes, podem ser crianças felizes, seguras, resilientes… Claro que tenho saudades, mas também custa mais nos primeiros dias, depois melhora.”

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Notícia www.maria.pt

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