Maria Custódia Amaral Revelado o que foi encontrado na casa do homem acusado de matar a filha de Delfina Cruz
O suspeito tentou esconder o crime, mas deixou várias provas em sua casa. Saiba o que a Polícia Judiciária encontrou.
O caso da morte de Maria Custódia Amaral continua a revelar novos contornos. A consultora imobiliária, de 54 anos, desapareceu no dia 19 de janeiro depois de se deslocar à casa de um antigo inquilino.
Vários dias depois, o seu corpo foi encontrado enterrado junto à Lagoa de Óbidos e o homem de 35 anos acabou por ser detido pela Polícia Judiciária.
Segundo a acusação do Ministério Público (MP), José Pedro Branco atraiu Maria à habitação, onde alegadamente a amarrou, despiu, agrediu e asfixiou até à morte.
Depois, terá mantido o cadáver escondido durante três dias antes de o transportar para o local onde foi enterrado.
Como tentou esconder o crime
O MP referiu ainda que o homicida terá feito várias tentativas para despistar as autoridades. Conduziu o carro da vítima até ao centro das Caldas da Rainha, onde lançou o telemóvel para um lago perto do local onde a filha de Delfina Cruz trabalhava e deitou o computador ao lixo. Mais tarde, deixou a viatura em Peniche e regressou à Lourinhã de táxi.
O que a PJ encontrou na casa do assassino
Apesar desses alegados esforços, a investigação da Polícia Judiciária conduziu os inspetores até à casa do suspeito.
Foi aí que foram encontrados vários objetos pertencentes à vítima, entre os quais a carteira, a chave do carro e a roupa que Maria Custódia Amaral vestia no dia do crime.
José encontra-se em prisão preventiva há cerca de seis meses e é acusado dos crimes de homicídio qualificado e profanação de cadáver.
Texto: Carolina Charrua; Fotos: Redes sociais e Impala