Maria Custódia Amaral Suspeito guardou o corpo da filha de Delfina Cruz durante dias. O que fez depois é perturbador

Após asfixiar Maria Custódia Amaral, escondeu o corpo e tentou despistar as autoridades. Saiba o que fez o assassino.

O homicídio de Maria Custódia Amaral, filha da atriz Delfina Cruz, continua a revelar contornos chocantes.

A agente imobiliária desapareceu no dia 19 de janeiro depois de se deslocar à Lourinhã para um compromisso de trabalho. Ao que tudo indica, não passou de uma estratégia de um ex-namorado para a atrair ao seu imóvel.

O corpo de Maria foi encontrado sem vida a 31 de janeiro, enterrado junto à Lagoa de Óbidos. O principal suspeito confessou o crime e encontra-se em prisão preventiva à espera de julgamento.

Agora, são conhecidos novos pormenores sobre o dia do assassinato. De acordo com a acusação do Ministério Público, antes de matar a mulher de 54 anos, o agressor “despiu-a na totalidade” e de seguida agrediu-a várias vezes.

A filha da atriz acabou por morrer asfixiada depois do ex-companheiro ter enrolado “película aderente em volta da cabeça”.

O suspeito “permaneceu indiferente” ao sofrimento de Maria “e deixou-a morrer”. Ao volante do carro da vítima, pegou no telemóvel e computador da mesma e seguiu de carro para as Caldas da Rainha.

Acabou por lançar o telemóvel para o lago do Parque D. Carlos I e o computador foi deixado num caixote do lixo. A viatura foi deixada em Peniche.

Nos três dias seguintes ao crime, o suspeito manteve o corpo escondido na arrecadação e procurou eliminar vestígios. Para afastar suspeitas, chegou mesmo a enviar uma mensagem para o telemóvel de Maria Custódia Amaral a perguntar se “estava tudo bem”.

Foi apenas na noite de 23 de janeiro, já as autoridades investigavam o desaparecimento, que decidiu desfazer-se do corpo.

 

Texto: Carolina Charrua; Fotos: Redes sociais e Impala

Notícia www.novagente.pt

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