Guilherme Castelo Branco Abre o jogo sobre um hipotético funeral de Betty Grafstein: “Não sentiria impulso de ir”
Filho de José Castelo Branco foi questionado sobre se iria ao funeral de Betty Grafstein, caso a madrasta morresse num futuro próximo.
José Castelo Branco e Betty Grafstein estiveram juntos durante cerca de 30 anos, antes de a joalheira avançar com uma queixa por violência doméstica contra o marido.
Apesar de não ser a sua mãe biológica, Guilherme Castelo Branco, filho do socialite, sempre viu a antiga companheira do pai como uma figura maternal.
Agora que os dois estão separados, o comentador do “V+ Fama” foi questionado pela TV Guia sobre se iria ao funeral de Betty Grafstein, caso a madrasta morresse num futuro próximo.
“Acho que ele não me iria impedir, mas eu não sei se me iria sentir confortável de estar num ambiente onde estavam as pessoas que me tinham cortado esta ligação”, disse Guilherme, referindo-se a Roger Basile, filho de Betty.
“Tenho o impulso de ir lá despedir-me fisicamente, mas não acredito que o despedir seja necessário ser fisicamente. Nós podemo-nos despedir à distância. Por uma questão de educação e dos valores nos quais acredito, eu marcava a viagem. Na situação em que estou atualmente, não sentiria esse impulso“, revelou.
“Sentiria que para me despedir o poderia fazer na minha intimidade, a rezar, seja o que for, nas coisas em que acredito. E fazer o luto mais uma vez. Espero que seja diferente”, acrescentou. “Até acredito que alguém telefone, mas não vou estar à espera disso para não me iludir”, apontou.
Texto: Luís Sigorro; Fotos: Impala/Redes sociais